quinta-feira, 14 de abril de 2011

5 tabus do esporte

A velha frase de senso comum “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura” parece ser a mais pura verdade. Só parece. Nos esportes, muitos são os episódios que, apesar do empenho e tentativa dos atletas e dirigentes, simplesmente não acontecem. Etimologicamente falando, a palavra vem do inglês Taboo e tem origem religiosa. É algo sagrado ou consagrado; é o medo ou proibição de origem religiosa, social ou cultural. Realmente, alguns tabus esportivos parecem ser sobrenaturais, pois simplesmente perduram por décadas. Lógico que a regra pode ser quebrada e o tabu derrubado; mas, por enquanto, LISTA DOS CINCO apresenta alguns dos fortes tabus no mundo esportivo.
05. O continente africano nunca sediou uma olimpíada.
Em 2010, o continente recebeu pela primeira vez uma edição da Copa do Mundo de Futebol, sediada na África do Sul. Porém, desde a realização dos primeiros Jogos Olímpicos de Verão em Atenas, Grécia, em 1896, os africanos nunca tiveram a oportunidade de receber esse grande evento esportivo. Aliás, durante toda a sua história, as Olimpíadas foram realizadas apenas 3 vezes no hemisfério sul (Melbourne, Austrália, em 1956; Sidney,  Austrália, em 2000; e Rio de Janeiro, Brasil, em 2016). Quanto na capacidade real de alguma cidade africana abrigar os Jogos Olímpicos, aí é outra história....

04. Rubens Barrichello nunca ganhou um GP Brasil de Fórmula 1.
Piloto de Fórmula 1 desde 1993, 17 temporadas disputadas (até 2011), duas vezes vice-campeão pela Ferrari (2002-2004). Rubens Barrichello, recordista em GP’s participados, além da falta de um título mundial, sofre com um tabu que se estende desde o começo de sua carreira: vencer o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. Até o momento, o máximo que conseguiu foi subir ao pódio em 2004, ao lado de Juan Pablo Montoya (1°) e Kimmi Räikkönen (2°). Na história dos GP’s do Brasil, registra impressionantes 11 abandonos em 17 provas disputados (até 2011).

03. Brasil não ganha da Seleção Francesa desde 1992.
A última vitória da Seleção Brasileira de Futebol sobre a França aconteceu no dia 26 de Agosto de 1992, em amistoso disputado no Parc des Princes, em Paris. O único triunfo da seleção canarinho sobre “os azuis” em mundiais aconteceu na semifinal da Copa de 1958, na Suécia, com o placar de 5 a 3. Depois desse jogo, seguiu-se um ciclo de insucessos: eliminado nos pênaltis na Copa de 1986 (no México), eliminado na final da Copa de 1998 (na França) e eliminado na Copa de 2006 (na Alemanha). É duro admitir, mas a verdade é nua e crua: somos fregueses dos azuis.

02. Holanda sempre vice.
Já falamos em posts anteriores sobre a fantástica seleção da Holanda de 1974, vice-campeã mundial. O esquadrão laranja, na verdade, apesar de possuir bons times e ter respeito no futebol mundial, tem o pesar de carregar um “tri-vice-campeonato” nas suas costas: além da Copa de 1974 (na Alemanha Ocidental), amargou um segundo lugar na casa dos anfitriões, na Argentina (1978) e perdeu a final da Copa da África do Sul (2010) para a seleção da Espanha. Na história das Copas, só o selecionado da Alemanha foi mais vezes vice-campeão (Inglaterra - 1966; Itália - 1982; México - 1986; Coréia do Sul/Japão - 2002); porém, o selecionado germânico levantou o caneco por 3 vezes (1954, 1974, 1990).

01.          Corinthians nunca ganhou a Taça Libertadores.
O clube que detém a maior torcida do futebol paulista, segunda no Brasil (perde só para o Flamengo em número de torcedores), participou de 9 edições da Taça Libertadores da América. O maior torneio de clubes da América do Sul, há tempos, é o maior desejo do alvinegro paulista. Sua melhor participação foi em 2000, quando chegou na semifinal e foi eliminado pelo Palmeiras, seu maior rival. As maiores decepções da equipe nesta competição foram na edição de 2010, quando foi eliminado pelo Flamengo nas oitavas-de-final em pleno ano do centenário do clube e em 2011, e ainda contava com o atacante Ronaldo, quando foi eliminado pelo inexpressível Tolima, da Colômbia, ainda na fase pré-Libertadores. Fica a pergunta, angustiante para os torcedores e hilariante para as torcidas adversárias: quando que o Corinthians Paulista será campeão da Taça Libertadores da América?

quarta-feira, 13 de abril de 2011

5 boatos da história da música

As lendas, “causos” e mitos existem desde que a humanidade é como tal. É o crime da mala, o homem do saco, histórias de fantasmas, em todas as áreas de atuação do homem sempre houveram algo que ninguém sabe exatamente se é real. LISTA DOS CINCO debate agora sobre cinco boatos que causam polêmica no mundo da música.

MITO 1 – PAUL IS DEAD
Desde os anos 60, dizem as más línguas que o verdadeiro Paul McCartney, lendário integrante dos Beatles, morreu em um sinistro acidente e, posteriormente, foi substituído por um sósia. A suposta tragédia teria acontecido às 5 horas da manhã do dia 9 de novembro de 1966 em um desastre automobilístico, e sua substituição teria ocorrido secretamente, após um concurso nacional de sósias do cantor, vencido ou por William Campbell ou por Billy Shears. O boato surgiu em 1969, em uma rádio de Detroid, nos EUA. Muitos fãs alegam que o quarteto de Liverpool cita a perda do integrante em várias mensagens subliminares, como num trecho da música “A Day in the Life -  “he blew his mind out in a car... he didn't notice that the lights had changed...” ("Ele arrebentou a cabeça num carro... não percebeu que o sinal havia mudado....", em tradução literal) – além de várias mensagens na capa do lendário album “Abbey Road” (na foto). Nesta capa, há um fusca branco com a placa "LMW 281F" . Segundo interpretações,  as iniciais LMW poderiam significar Linda McCartney Weeps (Linda McCartney chora, em português) ou Linda McCartney Widow (Linda McCartney viúva), e 28 IF significaria “28 anos se”  - “if” significa “se” - McCartney estivesse vivo. O músico aparece descalço (como os mortos eram enterrados na Inglaterra) e estava segurando o cigarro na mão direita (ele é canhoto). Verdade ou não, o fato é que o boato manteve a banda em evidência ainda no final da carreira.

MITO 2 – A VOCALISTA DO 4 NON BLONDES MORREU DE OVERDOSE.
Esse boato circulou lá pelos anos 90, e ainda ouve-se várias pessoas falando sobre o assunto. A banda “4 Non Blondes” arrebentou há aproximadamente 20 anos atrás com o sucesso “What’s up”, que tocou exaustivamente nas rádios no mundo inteiro. Na verdade, a sua vocalista, Linda Perry – filha de pai português e mãe brasileira – NÃO morreu e formou uma nova banda chamada Deep Dark Robot, que lançará o primeiro álbum em 2011. Ela é assumidamente homossexual e saiu da banda por achar o som “muito comercial”.

MITO 3 – MARILYN MANSON INTERPRETOU O PAUL DO SERIADO “ANOS INCRÍVEIS”.

Resposta rápida e curta: NÃO, Marilyn Manson não participou da série adolescente que arrebentou no fim dos anos 80 e início dos 90. Paul Pfeiffer era interpretado, na verdade, pelo ator estadunidense Josh Saviano. O ator nasceu em Nova York em 1976 e hoje é advogado.


MITO 4 – KEITH RICHARDS TROCOU TODO SANGUE DO SEU CORPO.
No início dos anos 70, o lendário guitarrista da Banda “Roling Stones” fez uma viagem á Suiça e, abordado por um repórter naquele país, foi questionado qual o motivo da sua visita. Ele respondeu que lá estava para “fazer uma transfusão completa de sangue”. Apesar de desmentido anos depois, o boato ganhou proporções enormes e se tornou um dos grandes mitos da história do Rock mundial. Na verdade, Victor Brokis, autor do livro “Keith Richards: A Biography”, afirmou que em 1973, Keith passou por um processo de filtragem de seu sangue -  ou seja, uma hemodiálise -  com a finalidade de remover as “impurezas” pelo uso excessivo de drogas e deixá-lo “limpo” para a turnê européia da banda.
MITO 5 – ELVIS NÃO MORREU!
Esse certamente é o maior mito da história da música: a suposta farsa sobre a morte de Elvis Presley, conhecido como “O Rei do Rock”. Sua morte foi anunciada no dia 16 de agosto de 1977, devido problemas cardíacos e overdose de drogas. Porém, segundo algumas pessoas mais íntimas do cantor, ele reclamava constantemente do assédio exagerado da imprensa, vivia amarrotado de pedidos de trabalhos diversos e sentia falta de uma vida normal. Além disso, alguns relatos dizem que ele teria sido jurado de morte pela máfia. Um dia após sua morte, algumas testemunhas afirmam ter visto um homem muito parecido com Elvis desembarcando na Argentina. De fato, o astro possuía uma casa naquele país sul-americano. A paranóia sobre sua falsa morte é tão grande que existem diversas sociedades espalhadas pelo mundo que se reúnem para discutir o assunto. Essas organizações são chamadas de “Elvis Sighting Societies”.

5 ótimas seleções que não ganharam a Copa.

A premissa “O melhor sempre ganha” realmente é real? Na história das Copas do Mundo de Futebol, nem sempre. Desde 1930, onde a história desse grande evento esportivo iniciou-se no Uruguai, vários ótimos times encantaram, mas não ganharam os mundiais. LISTA DOS CINCO mostra aqui grandes seleções que não levaram o caneco.
 1. SELEÇÃO HÚNGARA – SUIÇA, 1954
 
Na foto, final entre Hungria e Alemanha Ocidental.
Chamada de “Máquina Magiar”, o time da Hungria encantou o mundo na Copa de 1954, edição no qual se comemorava o aniversário de cinqüenta anos da FIFA. Assim, foi escolhida a Suiça, país onde encontra-se a sede da organização, para receber o mundial. Destacaram-se grandes (e complicados) nomes do futebol húngaro, como Nándor Hidegkuti, József Zakariás, Zoltán Czibor, e principalmente, Sándor Kocsis e Ferenc Puskás – este último, um dos maiores jogadores da história do futebol, que atuou pelo Real Madrid e também jogou pela Espanha na Copa de 1962. Numa fórmula de competição complicada, a Hungria colecionou bons resultados. Na primeira fase, massacrou seus adversários: ganhou de 9 a 0 da Coréia do Sul e meteu 8 a 3 na temida Alemanha Ocidental; na segunda fase, despachou o Brasil por 4 a 2; nas semi-finais, repetiu o placar do jogo anterior ao enfrentar o Uruguai, até então o campeão mundial. Porém, na final, amargou uma derrota por 3 a 2 contra a Alemanha Ocidental. O time germânico sagrava-se assim, pela primeira vez, campeão do mundo, e a “Maquina Magiar” teve que se contentar com o vice-campeonato. Até hoje, nenhum time repetiu ou fez mais que os 27 gols em 5 jogos da Seleção da Hungria.
02.SELEÇÃO PORTUGUESA - INGLATERRA, 1966
Seleção Portuguesa de 1966, na Inglaterra.
  
Nesta copa, o atacante Eusébio, de origem moçambicana, infernizou as defesas adversárias, se tornou o artilheiro com 9 gols e ajudou Portugal a realizar uma brilhante campanha. Na primeira fase, os lusitanos despacharam os três times de seu grupo (Brasil, Bulgária e Hungria). Nas quartas, bateram a surpreendente seleção da Coréia de Norte, de virada, por 5 a 3. Porém, na semi-final, tiveram a infelicidade de encontrar com a Inglaterra, dona da casa, onde o esquadrão luso foi eliminado por 2 a 1. Na disputa pelo terceiro lugar, despacharam a URSS também por 2 a 1, e cravaram o nome da seleção portuguesa na história do futebol mundial.
03. SELEÇÃO HOLANDESA - ALEMANHA, 1974
O Carrossel Holandês

O time da Holanda ficou conhecido nessa copa como “Carrossel Holandês” e “Laranja Mecânica”. O técnico holandês Rinus Michels inovou as táticas futebolísticas e criou o “futebol total”, no qual a posição dos jogadores era alternada durante a partida. O craque Johan Cruijff se destacou tanto na defesa, no meio de campo quanto no ataque, e se firmou como um dos maiores jogadores na história dos mundiais. A inovação, talento e obediência tática dos jogadores deram resultado em campo. Na primeira fase, despacharam o Uruguai (2 a 0), Bulgária (4 a 1) e empataram com a Suécia (0 a 0). Na segunda fase - que era formada por outro grupo – ganhou da Argentina (4 a 0), da Alemanha Oriental (2 a 0) e do Brasil (2 a 0). Na final, porém, sucumbiu diante dos donos da casa – vitória de 2 a 1 da Alemanha Ocidental, que se tornou bi-campeã mundial. Mais uma vez, o time que encantou ficou com o vice-campeonato.

04. SELEÇÃO BRASILEIRA – ESPANHA, 1982
"O time dos sonhos" que viveu um verdadeiro pesadelo na Espanha

“O melhor time brasileiro de todos os tempos”, assim a imprensa esportiva declara sobre o time que atuou em solo espanhol. Realmente, o que esperar de uma seleção composta por Júnior, Zico, Éder, Falcão, Toninho Cerezo, Sócrates, Waldir Peres, entre outras estrelas? No Grupo F, a seleção canarinho venceu a URSS por 2 a 1 e goleou a Escócia e a Nova Zelândia por 4 a 1 e 4 a 0, respectivamente. Porém, na segunda fase (nesta competição, a próxima etapa era composta por grupos), a casa caiu; no primeiro jogo, vitória de 3 a 1 sobre a arqui-rival Argentina. Porém, no próximo jogo, a aconteceu a chamada “Tragédia de Sarriá” – um tal de Paolo Rossi desencanta, marca três e decreta a eliminação do Brasil por 3 a 2. Chegava ao fim o sonho brasileiro do tetra.

05. SELEÇÃO ALEMÃ – ÁFRICA DO SUL, 2010
Apesar de jogar bem, a "Mannschaft" ficou apenas com o 3º lugar

Apesar da imprensa esportiva celebrar o primeiro título da seleção espanhola, os vermelho e amarelo não convenceram ninguém, apresentando resultados magros e se arrastando até a final. Já a Seleção Alemã surpreendeu: o combinado germânico, famoso por jogar “na retranca”, feio, mas com perfeita obediência técnica, surpreendeu os adversários com um futebol rápido e ofensivo. Na primeira fase, goleou a Austrália por 4 a 0, derrapou diante da Sérvia e perdeu de 1 a 0 – apesar de atacar durante todo o jogo – e meteu 1 a 0 no time de Gana. Nas oitavas, atropelou a temida Inglaterra por 4 a 1 e não tomou conhecimento da Argentina, uma das sensações dos mundial, e despacharam sem dó os “hermanos” por 4 a 0. Porém, na semifinal, uma tragédia – num jogo trancado e com poucas opções, perderam para a Espanha por 1 a 0. Na disputa pelo terceiro lugar, não tomou conhecimento do combinado uruguaio, que também era uma das boas surpresas da copa, e ganharam por 3 a 2.

terça-feira, 12 de abril de 2011

5 brasileiros que REALMENTE fazem sucesso no exterior

Há algum tempo atrás, a imprensa brasileira explorou com exaustão um majestoso show que a cantora Ivete Sangalo fez no Madson Square Garden, em Nova York. Os meios de imprensa exaltaram o evento, comemoram como se fosse uma grande prova do reconhecimento internacional de tal cantora. CD’s, DVD’s e outros diversos produtos foram lançados para marcar tal acontecimento. Mas até que ponto isso pode ser celebrado como reconhecimento? Será que, nas ruas de Nova York, encontra-se algum habitante nativo que saiba balbuciar algum refrão ou ao menos assobiar um trecho de alguma canção de Ivete? No Brasil, confunde-se a realização de um grande evento no exterior com reconhecimento internacional. Porém, nós temos sim, brasileiros notáveis lá fora. São atores, esportistas, políticos, músicos, várias personalidades são reconhecidas além das fronteiras do Brasil. Muitos deles não têm o reconhecimento merecido no seu próprio país de origem. LISTA DOS CINCO apresenta, agora, alguns desses tupiniquins reconhecidos no exterior:

Nome: ALICE BRAGA
Nascimento: 1983
Destaque como: Atriz
L5: Sobrinha da renomada atriz Sônia Braga, Alice ficou conhecida no Brasil por atuar nas produções nacionais “Cidade Baixa” e “Cidade de Deus”. Porém, o reconhecimento mesmo veio após atuar em filmes em espanhol e estadunidenses, principalmente de ficção científica. Atuou ao lado de Will Smith no ótimo “Eu sou a Lenda” (“I’m the legend”, título original), com Dany Glover e Julianne Moore em “Blindness” (traduzido pessimamente para português como “Ensaio sobre a cegueira”, obra fantástica do escritor português José Saramago) e com Adrien Brody e Laurence Fishburne em “Predadores”. Notavelmente, tem um excelente futuro pela frente.



Nome: MAX CAVALERA
Nascimento: 1969
Destaque como: Músico (vocalista/guitarrista)

L5 - O trash metal nunca será algo comercial, daquelas coisas que se cansa de ouvir em rádios e em programas de TV. Vocais guturais, menos ainda. Porém, longe do gosto popular, é inquestionável o reconhecimento de Max no exterior, seja por seu trabalho no “Sepultura” ou por seu vocal na banda “Soulfly”. Muitos consideram sua voz, forte e gutural, a melhor do mundo no gênero. Uma coisa é certa: em qualquer rodinha de pessoas que curtem metal no mundo inteiro, dificilmente alguém não conhecerá esse nome.






 
Nome: CARLOS SALDANHA
Nascimento: 1965
Destaque como: Diretor e Produtor Cinematográfico

L5 – “Quem é esse cara”, deve estar você perguntando. Saldanha é um exemplo de bom profissional, renomado no exterior, e que poucas pessoas o conhecem no Brasil. Ele foi produtor de grandes filmes de animações, como a trilogia “A Era do Gelo” (foi co-diretor do primeiro filme e diretor dos outros dois), além de “Robôs”. Em 2011, lançou a nova animação “Rio”, ambientada na cidade maravilhosa. É considerada uma das personalidades mais criativas da Blue Sky Studios.





Nome: FABRIZIO MORETTI
Nascimento: 1980
Destaque como: Músico (baterista)

L5: Tudo bem que o baterista dos Strokes mudou-se para os EUA aos quatro anos de idade e faz parte de uma das bandas de Indie Rock mais famosas do mundo. Porém, Moretti nasceu no Rio de Janeiro e mantém projetos paralelos por aqui, junto com Rodrigo Amarante da banda “Los Hermanos”, projeto esse chamado “Little Joy”. Pega carona no sucesso da banda estadunidense a qual faz parte.

Nome: MORENA BACARIN
Nascimento: 1979
Destaque como: atriz

L5 - Morena (sim, esse é o nome dela mesmo) nasceu no Rio e mudou-se com sete anos de idade para os EUA, onde seu pai, o jornalista Fernando Baccarin, trabalhava. Participou de várias produções estadunidenses, como na comédia “Perfume” e no filme “Way of Broadway”, ambas de 2001, além de dublar a voz do personagem Canário Negro no desenho “Liga da Justiça”. Em 2006, participou de dois episódios da série “The O.C.”. Mas seu reconhecimento chegou com séries de ficção científica: participou de “Stargate SG-1”, “Firefly” e “Serenity”. Atualmente, ela é destaque como a vilã Ana na série “V”, em exibição nos EUA pelo canal ABC.