sexta-feira, 10 de junho de 2011

5 populares tecnologias que (praticamente) desapareceram

O século XX é marcado pelo rápido desenvolvimento de suas tecnologias. Se levarmos em conta o ano de 1901 até o início do século XXI, a mudança no modo de vida graças ao desenvolvimento científico é assustadoramente impressionante. O modo de trabalho, assim como o entretenimento, sofreram drásticas alterações. LISTA DOS CINCO relembra alguns aparelhos e dispositivos que outrora foram muito populares, mas agora podem até ser expostas em museus ou se resume apenas a poucos admiradores.
05. Disco de Vinil
Também conhecido popularmente como “bolachão”, essa mídia começou a ser usada nos anos 50 e se tornou amplamente utilizada até os anos 90. Consiste num simples disco redondo, normalmente de cor preta, feito de cloreto de polivinila (PVC) que possui ranhuras em sua superfície. A leitura era feita por uma fina agulha que coletava as vibrações e as transformavam em sinais elétricos, que eram amplificados e convertidos num som audível. Resumindo, seu modo de leitura é analógico. Um dos maiores problemas que esse tipo de mídia apresenta é o contato com a poeira ou outras impurezas, que prejudicam sua reprodução. Além disso, o material é relativamente frágil e um simples risco ou ranhura pode comprometer seu uso. No Brasil, durante os anos 90, o CD – uma mídia digital - ganhou espaço e acabou com a supremacia dos vinis. Porém, até hoje existe uma legião de fãs desses antigos discos. Eles alegam que os “bolachões” possuem qualidade sonora superior aos meios digitais. Pouca gente sabe, mas ainda fabrica-se esses discos, apesar de vendidos em menor escala. Ainda é muito usado por DJ’s.

04. Fita cassete
Muito popular entre os anos 70 e meados dos anos 90, esse tipo de mídia consistia em uma fita eletromagnética que rodava em carretéis dentro de uma caixa plástica, e sua leitura analógica era feita através de um leitor. Seu tamanho era considerado bastante reduzido, mas era criticado devido ao nível de ruído. Para tentar conter isso, surgiram fitas que utilizavam outras tecnologias (Low Noise, Cromo, Ferro Puro e Metal). Uma das principais desvantagens da fita cassete é o baixo armazenamento de áudio, além do usuário não conseguir pular exatamente para o início de uma trilha – isso deveria ser feito de maneira aleatória e manual, rolando a fita sem a mínima precisão. Com o surgimento do CD, esse tipo de mídia caiu em desuso; porém, algumas versões “minis” ainda são usadas em gravadores para entrevistas, convenções e reuniões. A maioria das empresas parou de fabricar as fitas cassetes convencionais.

03. Videocassete
Tecnologia também baseada na gravação e reprodução analógica de áudio e vídeo em fitas magnéticas, os videocassetes foram a vedete dos anos 80. O primeiro modelo do aparelho foi lançado pela Sony em 1971 com o nome de U-Matic, que era extremamente caro e quase inexistente no mercado amador. Esse modelo aceitava fitas em rolos, e os primeiros exemplares em caixas pretas de plástico surgiram no mercado posteriormente. Houve vários formatos de fitas para esse aparelho; porém, os mais populares foram o Betamax, VHS e a Betacam. No Brasil, o primeiro videocassete fabricado aqui foi lançado em 1982 pela Sharp. Depois de um ano, a Philco também lançou seu aparelho e, posteriormente, o mercado nacional foi inundado por esses dispositivos. Essa tecnologia foi aniquilada pelo advento do DVD e Blu-Ray. O último lote de fitas VHS foi lançado em 2008 pela Distribution Video & Audio. O último filme a ser lançado para fitas de videocassete foi “Uma história de Violência”, em 2006.

02. Walkman
Muito popular nos anos 80 e 90, os tocadores de fitas portáteis foram lançadas no Japão em 1979. Inicialmente, foi criado para um dos sócios da Sony- Akio Morita - que queria ouvir óperas durante o trabalho, mas sem atrapalhar os outros. Inicialmente, foi levado fora do Japão com o nome de Soundabout. Na verdade, Morita odiou o nome “Walkman” e pediu para ser trocado. Porém, a campanha de divulgação já tinha sido desenvolvida e o produto foi lançado com essa denominação. No início, a empresa desacreditou no sucesso do equipamento; Akio Morita apostou que se o Walkman não vendesse mais de 100 mil unidades nos 2 primeiros anos, ele renunciaria à presidência da Sony. Ele ganhou a aposta, pois o dispositivo vendeu mais de 1,5 milhão nesse período. A marca Walkman foi registrada pela empresa japonesa. Nos anos 80, foi desenvolvida a variedade capaz de reproduzir CD’s de áudio, e foi oficialmente chama de Discman. Com o advento da tecnologia MP3, surgiram aparelhos de música portáteis ainda menores e muitos vinham integrados a telefones celulares. Aproveitando-se desse avanço, a Sony continuou a portar a marca em aparelhos de telefonia móvel com marca Sony Ericsson. A marca “Walkman” pode ser visto em celulares da empresa japonesa até hoje.
01.          Máquina de Escrever
Essas máquinas eram equipamentos obrigatórios em repartições públicas e empresas privadas, e sua origem é distante. As primeiras máquinas de escrever – também conhecida como “máquina datilográfica” ou “máquina de datilografia” – foram criadas pelo inglês Henri Mill em 1714. Os modelos iniciais imprimiam no papel apenas letras maiúsculas, além de ser impossível ler o que se estava escrevendo. No decorrer dos tempos, surgiram variantes diversas, entre eles o modelo elétrico. Nos anos 70 e 80, eram comuns escolas de datilografia, ou seja, cursos especializados em ensinar o manuseio desses dispositivos, assim como se familiarizar com a disposição das letras no teclado. Com a popularização dos computadores, a máquina de escrever se tornou algo obsoleto, pois uma das principais dificuldades era a incapacidade de apagar digitações incorretas, além de não ser possível reproduzir várias cópias do mesmo documento (bem, isso sem dizer outras "poucas coisas mais", como navegar na internet, baixar filmes e gravar dados). A última empresa que produziu máquinas datilográficas não elétricas encontrava-se em Bombaim, na Índia. A Godrej and Boyce – o nome da empresa – encerrou suas atividades em 2011, pois no último ano havia vendido apenas 1.000 unidades do produto.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

5 animais famosos

Pessoas são famosas pelos seus grandes feitos. Alguns cantam bem, outros são ótimos atores; a fama pode vir após um grande feitos científicos, por superar limites ou simplesmente pela exposição na mídia Porém, o sucesso não é suscetível apenas aos seres humanos. Muitos animais fazem parte da cultura popular e muitos deles tem até seus nomes marcados na história. LISTA DOS CINCO relembra agora de cinco animais famosos.
05. Cavalo Bucéfalo
Alexandre e Bucéfalo, segundo o
artista Vincenzo Gemito
Esse cavalo era amigo inseparável do líder macedônico Alexandre, O Grande, um dos maiores conquistadores da história. Segundo algumas lendas, era um grande garanhão que nasceu no mesmo dia que o rei da Macedônia. Diz o mito que Bucéfalo foi adquirido por Felipe II, pai de Alexandre. Porém, muito arisco, a doma do eqüino foi considerada impossível.  O filho do imperador teria implorado ao seu pai para tentar dominá-lo. Assim, Alexandre supostamente notou que o animal se assustava com a própria sombra e, como solução, começou a adestrá-lo contra o sol, o que impedia que ele se assustasse. Assim, conseguiu dominá-lo totalmente e o transformar em um exímio cavalo de guerra. Bucéfalo teria morrido já velho, durante a campanha dos macedônicos na Índia, onde teria sido ferido em combate. Para homenagear o seu cavalo, Alexandre fundou a cidade de Bucéfala no local que o animal morreu.

04. Chihuahua Conchita
Posner e a "sortuda" Conchita
O que uma pequena cadela da raça Chihuahua faria com uma mansão de US$ 14,1 milhões, além de uma fortuna de US$ 5,3 milhões? Pode parecer mentira, mas essa é a herança que a milionária Gail Posner deixou para seu animal de estimação. Ela morreu com 67 anos e tinha apenas um filho, que recebeu de herança “míseros” U$ 1 milhão.  Enquanto viva, a milionária tratava a cadela como uma verdadeira princesa, com direto a jóias, criadas particulares e guarda-costas. O fato aconteceu em Miami, nos EUA, em 2010. O filho de Gail, Bret Carr, entrou na justiça para cancelar a herança deixada para a cadela. Segundo ele, a mãe sofria de problemas mentais.




03. Cadela Laika

Laika, a primeira a ver a Terra do espaço
O primeiro ser vivo a viajar no espaço foi uma cadela encontrada nas ruas de Moscou pelo Programa Espacial Soviético. Ela não tinha nome e foi batizada três vezes pelos russos: primeiro Kudryavka (crespinha), depois Zhuchka (bichinho), e logo Limonchik (limãozinho). No final, ficou conhecida internacionalmente como Laika – na verdade, essa era a raça do animal – e ela entrou em órbita em 1957 a bordo do satélite Sputnik II. Apesar de pouco divulgado, sua morte ocorreu entre 5 a 7 horas após seu lançamento do satélite, talvez pela combinação de stress com o superaquecimento, além da falha do controle térmico da nave. Na verdade, os russos já desconfiavam que ela não voltaria viva. Há um monumento em sua homenagem em uma base militar russa em Moscou.

Monumento em homenagem à Laika em Moscou, Rússia.

02. Polvo Paul
Um dos principais personagens da Copa do Mundo na África do Sul em 2010, o polvo batizado de Paul ficou conhecido mundialmente por “prever” os vencedores das partidas da Alemanha, alem do ganhador na final do torneio.  Ele estava exposto no aquário do alemão de Oberhausen. Para realizar tais previsões, duas caixas com mexilhões eram colocadas no aquário, ambas com as bandeiras da Alemanha e seu oponente; a caixa que Paul escolhesse primeiro seria o vencedor da partida. O “polvo vidente”, como ficou conhecido, acertou as vitórias germânicas sobre Gana, Austrália, Inglaterra, Argentina e Uruguai; além disso, ele foi certeiro em afirmar que os alemães perderiam da Sérvia e Espanha. Além dos resultados da Seleção da Alemanha, Paul também “previu” o resultado da final da Copa entre Espanha e Holanda. Antes da Copa da África, o polvo já teria sido “testado” na Eurocopa 2008. Nessa competição, foi pesquisado seis vezes, mas errou dois resultados. Após o mundial, um aquário espanhol chegou a fazer uma oferta milionária pelo animal, que foi recusada pelos alemães. Algumas organizações de diretos dos animais chegaram a exigir a libertação do molusco. Paul morreu de velhice em seu aquário em 26 de outubro de 2010.
A previsão da final da Copa 2010 feita por Paul

01. Ovelha Dolly
Sem dúvida, a famosa ovelha foi a protagonista de uma das maiores pesquisas científicas da história: ela foi o primeiro mamífero a ser clonado com sucesso. Tal feito aconteceu no Instituto Roslin, na Escócia, em 1996. A ovelha foi batizada em homenagem aos seios da atriz Dolly Parton – uma famosa cantora country dos EUA - pois a clonagem foi feita a partir de uma célula das glândulas mamárias de outro indivíduo adulto. Viveu a vida inteira no instituto escocês e chegou até a ter dois filhotes. Os cientistas acreditavam que ela poderia apresentar envelhecimento precoce, o que causou discussão na comunidade científica da relação da clonagem com esse problema. Em 2002, foi anunciado que o animal possuía artrite. Em 2003, a ovelha foi abatida após contrair uma forte infecção pulmonar. Seu corpo encontra-se empalhado até hoje em um museu de Edimburgo, na Escócia.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

5 armas letais

Quando o ser humano arremessou a primeira pedra em direção a seu inimigo, criava assim sua primeira arma. Posteriormente, passou a usar lanças com pontas e pedaços de ossos. Quando começou a agir em conjunto com outros homens, notou que a tarefa se tornou bem mais fácil. Durante toda sua história, a humanidade encontrou artifícios para a luta, seja através de uma nova tecnologia letal, seja através de uma estratégia, seja através de um indivíduo que se destacava dos demais. LISTA DOS CINCO descreve diferentes e curiosas armas e pessoas que fizeram diferença durante as mais diversas guerras.


05. Falange Macedônica
A temível Falange Macedônica
As falanges eram formações militares que, basicamente, consistiam em soldados dispostos em filas horizontais, uma atrás da outra, no qual se movimentavam e atacavam simultaneamente. Essa estratégia militar foi descrita pela primeira vez pelos sumérios na metade do terceiro milênio antes de Cristo. Porém, a Falange Macedônica, criada pelo Rei Felipe II, foi a mais famosa. Essa estratégia militar foi amplamente usada pelo seu filho, o famoso Alexandre, O Grande, na conquista do vasto império da Macedônia, que se estendia desde a Península Balcânica até os limites da Índia. Os soldados atacavam ao mesmo tempo; as primeiras fileiras eram compostas por infantes que empunhavam longas lanças chamadas sarissas para frente; as fileiras de trás portavam escudos, de modo a defender a si e aos outros; já as linhas mais traseiras carregavam suas sarissas para o alto, formando um ângulo de 45 graus, defendendo de eventuais ataques por cima – como de cavalaria, por exemplo. As últimas linhas eram formadas por soldados cuja função era abastecer as outras fileiras que tinham integrantes feridos ou mortos. Em ataques frontais, a Falange Macedônica era um verdadeiro “arrastão” e praticamente intransponível. Porém, quando sofria ataques laterais – pasmem, muito incomuns naquela época – eram lentas e facilmente vulneráveis. Foi uma potente arma até que outra escola militar teve a brilhante idéia de também se defender lateralmente – maravilhosa invenção estratégica usada pelas Legiões Romanas.



04. Simo Häyhä
Simo Häyhä: o maior Sniper da História
Verdadeiro herói de guerra finlandês, esse franco-atirador – posição também conhecida como Sniper - foi uma verdadeira máquina de matar. Simo Häyhä é considerado o maior atirador especial da história até hoje. Ele atuou durante a Guerra de Inverno (embate travado entre Rússia e Finlândia entre 1939 e 1940) e era conhecido como “Morte Branca” pelos russos. Sob temperaturas entre -20°C e -40ºC, a ele foi creditada impressionantes 542 mortes, segundo fontes oficiais finlandesas. Já os russos atribuem ele “apenas” 500 abates. Häyhä se camuflava em baixas temperaturas com sua farda branca e costumava enfiar neve na boca para conter o som de sua respiração. Além disso, compactava os montes de neve a sua frente para evitar que o gelo “soprasse” e entregasse sua localização. Além da sua posição de sniper, também abateu 200 soldados usando uma submetralhadora. Atualizando assim os dados, Simo matou cerca de 700 pessoas durante toda a guerra. Porém, em 6 de março de 1940, foi atingindo na mandíbula durante um combate corpo a corpo. Milagrosamente, foi resgatado praticamente desfigurado por soldados aliados. Conseguiu sobreviver – apesar da enorme deformidade no rosto – e morreu apenas em 2002, aos 96 anos. Em 1996, já idoso, foi perguntado a ele se tinha remorso em ter matado tantas pessoas. “Fiz o que me mandaram fazer, da melhor forma possível”, respondeu o finlandês.



03. Lyudmila Pavlichenko
A bela atiradora ucraniana
Não tão eficiente quanto Simo Häyhä – o sniper descrito acima -  essa franco-atiradora russa também tem um currículo “invejável”: durante a Segunda Guerra Mundial, foi creditada a ela o abate de 309 soldados alemães. Sendo assim, é considerada a maior atiradora especial feminina de toda a história. Ela nasceu na Ucrânia e começou a atirar ainda muito nova, aos 14 anos, quando se mudou para Kiev. Começou a fazer faculdade de História e, em 1941, entrou para a guerra como voluntária. Ela tinha a opção de trabalhar de enfermeira durante o conflito, mas preferiu atuar na linha de frente. Conseguia ficar imóvel a espera de suas vítimas por impressionantes 18 horas. Dentre 2.000 snipers femininas que aturam no Exército Vermelho durante a guerra, foi uma das 500 sobreviventes, apesar de ser atingida por um morteiro em 1942. Mesmo sendo soviética, foi enviada para a América do Norte, onde foi recebida nos EUA e no Canadá. Foi o primeiro cidadão soviético a se encontrar com o presidente estadunidense, na época Frankin Roosevelt, que a recebeu na Casa Branca. Pavlichenko morreu em 1976 aos 58 anos. Dois anos após sua morte, um navio cargueiro ucraniano recebeu seu nome.



02. Barão Vermelho
Manfred e seu Fokker D. II ao fundo

Apesar de estar presente nas histórias em quadrinhos, filmes e até na música – um conjunto musical brasileiro leva seu nome – muitas pessoas não sabem quem foi o Barão Vermelho. Nascido como Manfred Albrecht Freiherr von Richthofen, em 1892, é considerado o piloto de combate mais bem sucedido da história, apesar da precária aviação de guerra disponível na época. Quando começou a Primeira Guerra Mundial, Manfred fazia parte da cavalaria alemã. Alegou estar “cansado” desse regimento e pediu transferência para a Força Aérea. E lá, ele se consagrou. Apesar de ter pilotado vários modelos de avião, ficou conhecido pelo seu temível triplano Fokker Dr.I, de cor vermelha. Venceu incríveis 80 batalhas aéreas (sendo apenas 20 vitórias quando voava no famoso avião vermelho), e abateu Lanoe Hawker, considerado o melhor piloto britânico da época. Morreu em combate em 1918, oficialmente abatido pelo piloto australiano Cedric Popkin. Por incrível que pareça, seu corpo foi velado pelos seus inimigos com todas as honras militares e considerado um exemplo a ser seguido.


01. Couraçado Bismarck
Réplica em miniatura do Bismarck
O enorme navio de guerra alemão é considerado até hoje uma das maiores máquinas de guerra da história e, durante a Segunda Guerra Mundial, foi o orgulho da Kriegsmarine (Marinha Alemã). Apesar das convenções de guerra da época permitir navios com apenas 35.000 toneladas, esse couraçado pesava impressionantes 42.000 toneladas. Foi ao mar em 1939, pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial. Durante o conflito, era verdadeiramente o terror dos mares, apesar da Marinha Alemã não ser considerada tão potente. Em 1941, afundou o cruzador britânico HMS Hood, orgulho da marinha do Reino Unido. Em represália, foi armado um impressionante cerco envolvendo aviões aliados a embarcações (é considerada a primeira vez que uma força aérea combateu um inimigo no mar). Após sofrer repetidos ataques aéreos - na ocasião, obsoletos aviões torpedeiros “Swordfish” – teve seu leme avariado e começou a rodar em círculos, pois não conseguia manter seu curso em linha reta. A espessura de seu casco possuía impressionantes 30 centímetros, tornando-o quase indestrutível. Porém, após incansáveis ataques de aviões torpedeiro e navios de guerra britânicos, não agüentou e afundou. Dos mais de 2.000 tripulantes a bordo do couraçado alemão, apenas pouco mais de uma centena foram resgatados. Relatos dizem que, mesmo sofrendo forte ataque, o Bismarck foi, na verdade, afundado pela própria tripulação. Eles temiam que a máquina de guerra caísse nas mãos dos aliados e tinham instruções de proceder desta maneira. Bem, cada um escolhe a versão que quer acreditar, não é?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

5 pares de países com nomes parecidos

Quem nunca encontrou um xará na vida? A palavra em português é usada para definir pessoas que tem o mesmo nome. Às vezes, porém, mesmo os nomes mais comuns causam alguma confusão. Afinal de contas, quem nunca confundiu um Robert com Roberto, uma Vivian com Viviani, um Pedro com Pietro, ou um Marcelo com Marcel? O mesmo ocorre com a denominação de alguns países. Em português, algumas semelhanças na alcunha de certas nações causam muita confusão quanto ao lugar que se quer dizer. A coisa fica mais feia ainda para aqueles que o conhecimento geográfico não é lá aquelas coisas. LISTA DOS CINCO dá uma de professor  de geografia e mostra as diferenças entre alguns países com nomes parecidos. Bem, algumas dessas características nem tão diferentes assim...

05. Uzbequistão X Cazaquistão
Bandeira do Uzbequistão à esquerda
 e do Cazaquistão á direita
Ambos os países são ex-repúblicas da antiga União Soviética e estão localizada na Ásia Central. Na verdade, vários países dessa região têm o sufixo “-stão” – que significa “terra, país” em persa. Tadjiquistão, Quirguistão, Turcomenistão e Afeganistão são alguns exemplos. Assim, em tradução literal, Uzbequistão significa “Terra dos Uzbeques” e Cazaquistão pode ser traduzido como “Terra dos Cazaques”, ambos fazem referência ao povo local. Os dois países têm o Islamismo como religião principal, além de língua própria (a língua uzbeque no Uzbequistão e a Língua Cazaque no Cazaquistão). Devido a influência soviética, ainda costuma-se usar o alfabeto cilírico (russo) em ambas. Em relação ao tamanho, os cazaques são o 9ª maior território do mundo (cerca de 2,7 milhões de quilômetros quadrados) e os uzbeques estão na 55° posição, com seus quase 500 mil quilômetros quadrados. A capital do Uzbequistão é Tashkent e do Cazaquistão é Baku. No Brasil, os Uzbeques ficaram conhecidos por terem contratado o craque Rivaldo e o técnico Luiz Felipe Scolari para treinar o clube local Bunyodkor. Já o Cazaquistão é referencia no Brasil graças ao astronauta Marcos Pontes, o primeiro astronauta do país, que partiu em direção ao espaço da base de Baykonur, naquele país. Sendo assim, para não confundir mais: o Uzbequistão é o país que importou Rivaldo e Felipão e o Cazaquistão é onde está a base de lançamento espacial.

04. Irlanda x Islândia
Bandeira da Irlanda à esquerda
 e da Islândia á direita
Os dois países possuem vários pontos em comum: localizam-se na Europa e são ilhas localizadas no Oceano Atlântico. A capital da fria Islândia é Reykjavik e é uma nação pouco povoada (cerca de 350 mil habitantes). Island é seu nome na língua local (islandês). Já a Irlanda é um país insular dividido em Irlanda do Norte – pertencente ao Reino Unido – e em Irlanda do Sul – também conhecido como Eire, que é seu nome na língua local (irlandês) – é um país independente. Sua capital é Dublin. Recentemente, a Islândia esteve nos noticiários mundiais graças a atividades de vulcões na ilha, que apesar de distante do continente, atrapalhou o tráfego aéreo em toda a Europa. Já a Irlanda do Sul é conhecida como a terra dos leprechauns (mitológicos duendes), além de ser o local de nascimento da famosa banda U2. Então, lá vai o lembrete: a Islândia é a fria terra dos vulcões e a Irlanda é a terra do U2.

03. Áustria x Austrália
Bandeira da Austrália à esquerda
 e da Áustria à direita
Ambos os países são muito, muito diferentes. A Áustria (seu nome em alemão é Österreich, que significa “Reino do Oeste”) é um pequeno país localizado no coração da Europa e não faz fronteira com o mar. Sua capital é Viena e é a terra de grandes compositores, como Mozart e Schubert. Faz parte da Comunidade Européia e sua moeda é o Euro. A cultura austríaca é bastante ligada com as tradições do sul da Alemanha; aliás, a língua oficial da Áustria é justamente o alemão. Já a Austrália (o nome é referência a palavra “Austral”, que significa “do sul”) é um enorme país (o 6° maior do mundo) localizado no longínquo continente da Oceania. O país não faz fronteira terrestre com nenhum país – é cercado por oceanos por todos os lados – e sua capital é Camberra (muitos confundem com Sydney, sua principal cidade). É terra de muitas bandas de rock, como AC/DC, Midnight Oil e Men at Work. Faz parte da Comunidade Britânica de Nações (Commonwealth) e sua moeda é o Dólar Australiano. Apesar de receber imigrantes de todo o mundo, tem forte ligação com a Grã-Bretanha – aliás, seu idioma oficial é o inglês. A fauna é australiana é única, composta por animais só encontrados lá; o mais famoso, com certeza, é o canguru. Para relembrar então: a Áustria é o país “quase alemão” e a Austrália é a terra dos cangurus.

03. Suécia x Suíça
Bandeira da Suiça à esquerda
 e da Suécia á direita
Ambos os países encontram-se na Europa e têm elevados índices de desenvolvimento econômico e social. A Suécia (Sverige, em sueco) encontra-se no norte do continente (Península Escandinava). Várias empresas suecas são multinacionais (Ericsson, Scania, Volvo, Eletrolux, dentre muitas) e a capital do país é Estocolmo. No sistema governamental desse país ainda existe uma monarquia (Rei Carlos XIV Gustavo), e ano após anos, sempre figura entre os melhores países do mundo em Índice de Desenvolvimento Humano (em 2010, seu IDH ficou em 9° lugar). Nos esportes, sua seleção de futebol sempre figura como um forte time, apesar de nunca ter sido campeã mundial. É a terra do atacante Ibrahimovic, do Milan. Já a Suíça localiza-se no coração da Europa, em meio aos Alpes. Possui 4 línguas oficiais - alemão, italiano, francês e romanche - e o nome do país nos idiomas locais são Schweiz, Svizzera, Suisse, Svizra, respectivamente. É um grande centro financeiro devido ao sistema de sigilo bancário vigente. Entre os produtos industrializados, a Suíça é conhecida pela marca de chocolates Nestlè (apesar da nação não produzir um pé de cacau sequer) e pelos caros relógios de pulso “Rolex”. Além disso, é a sede da Cruz Vermelha. É uma república federalista, onde cada Cantão (Estado) tem sua autonomia. O IDH suíço também é alto: em 2010, figurava no 13° posto do ranking. Nos esportes, seu expoente máximo é o tenista Roger Federer. Mesmo em inglês, os povos são confundidos: “suíço” se fala “Swiss” e sueco se diz “Swedish”. Para não se confundir então: a Suécia é o país do atacante Ibahimovic e a Suiça é o país do tenista Federer.

01. Eslováquia x Eslovênia
Bandeira da Eslovênia à esquerda
 e da Eslováquia á direita
Se já não bastasse o nome parecido, Eslováquia e Eslovênia possuem muitos outros aspectos em comum. Nas bandeiras, as cores e as posições delas são idênticas (de baixo para cima, horizontalmente: branco, azul e vermelho), além de possuírem um brasão (esses sim são diferente) no seu lado esquerdo. Além disso, ambos os países são povos eslavos e até seus nomes em suas línguas nativas são bastante semelhantes (Slovensko em eslovaco e Slovenija em esloveno). As semelhanças não param ai: ambas foram desmembradas de outras federações. A Eslováquia foi parte da antiga Tchecoslováquia e a Eslovênia fazia parte da Iugoslávia. Ambas os países usam o Euro como moeda local. Pode-se notar que a semelhança entre os países é mais do que apenas no nome. Na copa do mundo de 2010, era comum até comentaristas esportivos confundir-se. Quanto ao tamanho e população, a Eslováquia está na frente: tem 5,5 milhões de habitantes distribuídos em 49 mil quilômetros quadrados contra os 20 mil quilômetros quadrados que abrigam por volta de 2 milhões de eslovenos. Para não esquecer então: a Eslováquia fazia parte da Tchecoslováquia e a Eslovênia fazia parte da Iugoslávia.

terça-feira, 24 de maio de 2011

5 atores de cinema imortalizados por seus personagens

Em algumas participações cinematográficas, alguns papéis parecem que são feitos para determinados atores. Num casamento perfeito, a imagem e a personalidade de alguns personagens simplesmente fundem-se em uma só figura. Assim, os fãs e espectadores em geral sempre associam ambas as entidades. LISTA DOS CINCO apresenta algumas atuações que se misturam a alguns atores.

05. Tobey Maguire: O Homem-Aranha
O ator estadunidense nasceu em Santa Mônica em 1975 e tem o rótulo de “eterno Homem-Aranha”. Teve a infância difícil, pois seus pais se divorciaram quando ele tinha apenas dois anos. Ele queria fazer um curso de culinária, mas sua mãe ofereceu US$100,00 para estudar teatro. Participou de diversos comerciais e séries entre o final dos anos 80 e meados dos anos 90. Sua primeira aparição no cinema foi no filme “The Wizard” (1989). Ainda menor de idade, tinha comportamento festeiro e chegou a ser considerado um alcoólatra. Livrou-se do vício com a ajuda dos Alcoólicos Anônimos. Recuperado, trabalhou em vários filmes – entre eles O Despertar de um Homem (1993), Sexo, Drogas e Confusão (1995) e Pleasantville – A vida em Preto e Branco (1998). Porém, nenhum papel chegou perto do sucesso na atuação como Peter Parker, identidade secreta do Homem-Aranha. O filme, lançado em 2002, foi dirigido pelo renomado Sam Raimi. O sucesso foi tão grande que duas seqüências foram lançadas, ainda protagonizada por Maguire: Homem-Aranha 2 (2004) e Homem-Aranha 3 (2007). Em 2012, deve ser lançado o quarto filme da franquia; porém, Maguire já declarou que não representará mais Peter Parker. Fica a pergunta: será que algum outro ator conseguira atuar de maneira tão convincente o papel do super-herói da Marvel?

04. Harrison Ford: Indiana Jones
O personagem Henry Jones Júnior, conhecido apenas como Indiana Jones, é um dos maiores ícones da história do cinema. Foi criado por Steven Spielberg e George Lucas e imortalizado pelo ator Harrison Ford. O personagem é um professor de arqueologia e aventureiro nato, e carrega consigo seu inseparável chapéu e um chicote. O apelido “Indiana” teria sido dado na infância de Henry, em homenagem a um cachorro dele; na verdade, o nome foi dado graças a um cão que pertencia a George Lucas. As histórias são ambientadas entre as décadas de 30 e 50 e renderam quatro filmes: Indiana Jones e os caçadores da arca perdida (1981), Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984), Indiana Jones e a última cruzada (1989) e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008). Além do cinema, o personagem está presente em vários jogos e em uma série de TV. Harrison Ford, ator estadunidense nascido em 1946, tinha anteriormente feito muito sucesso em “Star Wars”. Anterior a essa produção, fez vários papeis insignificantes que chegou a desanimá-lo em sua carreira. Chegou a largar tudo em 1970 para ser carpinteiro. Porém, após intervenção de um de seus clientes que era amigo de George Lucas, atuou na comédia romântica American Graffiti – Loucuras de Verão e voltou para as telonas em definitivo em 1973. Há rumores de um quinto filme da série – uns até argumentam que o personagem principal seria o filho de Indiana, Mutt Williams, mostrado no quarto filme. Porém, George Lucas foi categórico ao negar essa afirmação: "Harrison Ford é Indiana Jones. Se fosse Mutt seria Mutt Williams e a Busca por Elvis ou coisa parecida".

03. Daniel Radcliffe: Harry Potter
As histórias do jovem bruxo britânico foram escritas por J. K. Rowling e é um dos maiores sucessos da literatura moderna, cuja venda ultrapassa 500 milhões de unidades. Conta a história de Harry Potter, um jovem que ingressa na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Os livros acompanham o crescimento natural do personagem: cada um equivale a um ano do bruxo na escola. No cinema, foram feitos 8 filmes baseados na obra – o último da série, em 2011. Harry Potter é vivido pelo ator britânico Daniel Radcliffe (nascido em Londres em 1989). O ator começou sua carreira em 1999 atuando no filme feito para a televisão “David Copperfield” (nada a ver com o famoso ilusionista). Participou de vários outros filmes de menor expressão. Sua fama mundial aconteceu de fato quando foi escalado para viver o bruxo Harry Potter, em 2001, no lançamento de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Na ocasião, Radcliffe tinha apenas 12 anos. Após o suposto término dos filmes da franquia em 2011, uma coisa é fato: Daniel Radcliffe carregará para sempre o título de “Eterno Harry Potter”.

02. Christopher Lloyd: Doc. Emmett Brown
Nascido em Stamford, EUA, em 1938, a carreira do veterano ator Christopher Lloyd é longa: o ator participou de vários filmes famosos da história do cinema. Clássicos como “Um estranho no ninho”, de 1975 e “Taxi”, de 1978, são alguns exemplos de célebres produções onde ele participou. Mas o papel que imortalizou de fato o ator é o maluco doutor Emmett Brown, um dos protagonistas do clássico filme de ficção científica “De volta para Futuro”. A produção de Robert Zemeckis é composta por 3 seqüências (lançadas em 1985, 1989 e 1990) e é considerada uma das melhores trilogias da história. Lloyd participou de inúmeras produções após esse famoso título – entre as mais marcantes, viveu o Tio “Chico” Fester em “A Família Adams”, além de aparecer em episódios das séries de TV “Chuck”, “Numb3r, “Law & Order” e “Fringe” – mas nenhuma chegou perto do sucesso conquistado com sua interpretação como o Dr. Brown.

01. Christopher Reeve: O Super-Homem
Em “Superman – O Retorno”, lançado em 2006, os fãs do herói da DC Comics sentiram a enorme falta que Christopher Reeve faz nas histórias do homem de aço. Na nova versão, Clark Kent foi vivido pelo ator Brandon Routh e não agradou os fãs da franquia. Na verdade, a nova história tentou continuar o enredo de “Superman IV”, lançado em 1987, e foi um verdadeiro fracasso perante os críticos. Os filmes são inspirados nos quadrinhos lançados nos anos 30, e o personagem é considerado um dos maiores ícones da cultura pop. Na história, o planeta Krypton explodiu e o cientista Jor-El enviara seu filho Kal-El, ainda bebê, para a Terra. Ele é encontrado e adotado pelo casal Kent, dois fazendeiros da pequena cidade de Smallville. Ele nota que tem poderes de um super-humano, como super velocidade, visão de raio-X, super força e a capacidade de voar. Quando adulto, decide deixar a mãe adotiva (seu pai morrera) e começa a trabalhar em um jornal chamado “Planeta Diário” na fictícia cidade de Metrópolis. É apaixonado pela jornalista Louis Lane (nos quadrinhos, ele é casado com ela). Christopher Reeve viveu pela primeira o herói em 1978, que foi um sucesso do cinema. A boa bilheteria e crítica rendeu outros 3 filmes: Superman – A Aventura continua (1980), Superman III (1983) e Superman IV – Em busca da paz (1987). Reeve protagonizou um episódio trágico: depois de sofre uma queda com um cavalo, ele fraturou as duas primeiras vértebras e ficou tetraplégico. Após o acidente, ele se empenhou em uma campanha a favor de pesquisas com células-tronco. A luta durou até 2004, quando uma infecção acarretou um infarto, que matou Christopher Reeve. Apesar de ter participado de bons filmes – “Em algum lugar do passado”, “Alerta Vermelho: Netuno profundo” e “Vestígios do dia” – o papel que realmente imortalizou Reeve foi o homem de aço. Mesmo depois de sua morte, Christopher Reeve foi e ainda será o eterno Super-Homem.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

5 casos com OVNI’s

Não é de hoje que pessoas relatam o avistamento de Objetos Voadores Não Identificados (OVNI). Em todo o mundo, civis e militares contam que já viram algo de estranho no céu. Alguns chegaram até a relatar contato físico com seres de outros planetas. O incidente considerado o marco inicial dessas especulações aconteceu em Roswell, EUA, em 1947. No Brasil, o caso mais famoso é conhecido como “Incidente em Varginha”, em 1996. Verdadeiros ou não, as histórias são enredo de vários livros e filmes. LISTA DOS CINCO mostra alguns famosos casos de avistamento e contato com criaturas e objetos extraterrestres.
05. Caso do Forte de Itaipu
Entrada do Forte de Itaipu
Esse espetacular episódio aconteceu no Brasil em 1957 no Forte de Itaipu, Praia Grande, São Paulo. Segundo relatos, por volta das 2h00 da manhã, dois militares que guardavam o forte notaram a aproximação de um grande objeto circular, de 30 metros de diâmetro. Segundo os guardas, o OVNI parou próximo a construção e emitiu um forte zumbido seguido de uma forte onda de calor que queimou a roupa dos militares. Posteriormente, houve uma queda de energia em toda instalação militar.  Eles gritaram assustados, o que chamou a atenção dos outros militares dentro do forte. Alguns dos homens que correram para socorrer os colegas, que estavam com queimaduras, relataram que realmente havia um objeto luminoso a se deslocar no céu. Na época, a embaixada dos EUA foi acionada para ajudar nas investigações. Porém, mais de meio século depois do incidente, continua o mistério sobre quem e por quê atacou o forte.
04. Caso Travis Walton
Travis Walton
Esse famoso caso aconteceu nos EUA em 1975 e ficou imortalizado no filme “Fogo no Céu” (Fire in the Sky, EUA, 1993). Tudo aconteceu quando um grupo de 7 madeireiros (incluindo Travis Walton) voltavam depois um dia de serviço na floresta, na cidade de Snowflake, no Arizona, EUA. Uma forte luz foi vista nas árvores e o grupo, que estava numa pick-up, pararam para ver o que se tratava. Curioso, Travis Walton deixa o veículo em direção a luz, quando ele desaparece. O grupo fugiu da suposta luz e avisou as autoridades. Por vários dias foram feitas buscas na região, sem sucesso. Os madeireiros se tornaram suspeitos, o que resultou em um teste de polígrafo (“detector de mentiras”) no grupo. O resultado aponta que eles não estavam mentindo. Após 5 dias, o madeireiro desaparecido reaparece e alega que foi abduzido por alienígenas. Eles teriam feito uma série de experiências nele. Uma investigação foi instaurada e Walton também foi submetido ao polígrafo. Seu examinador, John J. McCarthy, concluiu que ele estava mentindo. Assim, muitos acreditam que o incidente foi uma grande farsa feita pelo madeireiro com a ajuda do seu irmão. Walton publicou um livro com o nome de “The Walton Experience”, no qual relata os detalhes a suposta abdução.
03.          Operação Prato
Cap. Uyrangê Lima
Em 1977, a Força Aérea Brasileira realizou uma operação na cidade de Colares, no Pará, a fim de desvendar estranhos fenômenos. Segundo relatos de vários moradores daquela região, objetos luminosos eram avistados com freqüência. Além disso, vários habitantes apresentavam queimaduras atribuídas a essas luzes. Esse incidente foi classificado pelos moradores como manifestações demoníacas. Assim, o Capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, junto com outros 2 militares, investigaram a área durante 4 meses. Na ocasião, foram feitas várias filmagens com câmeras de 6mm e 16 mm, além de fotografias. As manifestações só ocorreram a partir do segundo mês de observação. Em relato a dois ufólogos 20 anos depois da operação, o Capitão Uyrangê afirmou que ele e sua equipe se depararam com estranhas aparições de pequenas luzes (“sondas ufológicas”, segundo o militar) que eram capitadas por enormes naves luminosas. Ainda no seu testemunho, ele afirmou que a população constantemente tinha contato com criaturas luminosas que lhes sugavam sangue e fascinavam as pessoas com sua forte luz. Os relatos eram feitos por várias testemunhas. Dois meses após o depoimento, o capitão foi encontrado morto em sua casa, no Rio de Janeiro, e supostamente teria se suicidado. Muitos classificam a morte de Uyrangê como queima de arquivo. O material coletado na Operação Prato começou a ser liberados pela Força Aérea apenas em 2008.
Algumas fotos da Operação Prato (em Preto e Branco)

01.          Caso Vilas-Boas
Antonio Vilas-Boas e sua esposa
Considerado o primeiro caso de abdução no mundo (o primeiro amplamente divulgado foi o Caso Hill, nos EUA), o incidente foi relatado em 1957 em São Francisco de Sales, em Minas Gerais. Segundo o relato do agricultor Antonio Vilas-Boas, ele foi levado por seres alienígenas em uma nave. Dentro da nave, ele teria sido submetido a alguns exames (inclusive de sangue) e depois foi preso numa sala que cheirava a fumaça. Quando encarcerado, Vilas-Boas relatou que recebeu a visita de uma linda alienígena que se assemelhava a uma mulher e que teria feito sexo com ela inúmeras vezes. A criatura teria gesticulado que ficara grávida e teria a criança em outro planeta. O agricultor foi deixado em seu sítio e ele calculou que foi abduzido entre 1h15 até as 5h30 da manhã. Na época, não foram feitas fotos na propriedade e as únicas provas eram as marcas no corpo e sintomas semelhantes a alguém exposto a baixos níveis de radiação. Antonio Vilas-Boas faleceu em 1991 aos 56 anos, e o atestado de óbito indicava ““hemorragia subaracnóidea, aneurisma da artéria basilar e hipertensão arterial”.
Veja a quadrinização de alguns momentos do relato de Vilas-Boas:











Mais detalhes da suposta Nave.

  
01. Noite Oficial dos OVNIs no Brasil        
Considerado um dos principais casos de aparição de OVNIs no Brasil, aconteceu no dia 19 de maio de 1986 e, durante 3 horas, foi avistada em Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. O caso foi considerado tão sério que o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro avaliou como “ameaçada” a segurança em vôos, principalmente no Estado de São Paulo. Os OVNIs – cerca de 30 – foram interceptados por caças Mirage e F-5E, que partiram da Base de Santa Cruz (RJ) e Anápolis (GO). As aeronaves militares chegaram a ter contato visual com os objetos, mas não tiveram sucesso em sua interceptação, pois os alvos fugiram em grande velocidade. Apesar de antigos, ambos os caças são supersônicos (voam acima da velocidade do som, ou seja, cerca de 1.200 km/h). Já no dia seguinte, o incidente foi confirmado pelo Tenente-Brigadeiro do Ar Octávio Júlio Moreira Lima, junto com os pilotos que participaram da operação. O evento ficou conhecido como “A noite oficial dos OVNIs”. Em 2009, a Força Aérea se manifestou oficialmente sobre o caso: "Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores, como também voar em formação, não forçosamente tripulados". O incidente completou 25 anos em 2011.
Dramatização da Noite Oficial dos OVNIs.
Onde ocorreu os avistamentos.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

5 polêmicos casos de plágio

O dicionário online Priberam (www.priberam.pt/dlpo) dá a seguinte definição para a palavra “plágio”: (latim plagium, -ii, roubo de escravos, plágio) – “1. Ato ou efeito de plagiar; 2. Imitação ou cópia fraudulenta”. É fato que a cópia de qualquer obra acontece o tempo todo em nosso dia-a-dia. Porém, alguns casos são bastante polêmicos e sempre causa o embate do suposto plagiado pelo plagiador. LISTA DOS CINCO publica alguns casos de acusação de plágio que rendem ainda muito “pano pra manga”.
05. Trecho do Angra em música do Parangolé
A rede social Twitter foi o palco de mais um “arranca-rabo” entre famosos. Em abril de 2011, a banda de rock paulistana Angra acusou o grupo de axé baiano Parangolé de plagiar trechos da música “Nova Era”. Os riffs, com duração de 12 segundos, teriam sido usados pelo grupo de Léo Santana na canção “Tomba aê tomba”. O caro leitor pode conferir a verdadeira confusão gerada no Twitter. Em retaliação, os fãs da banda paulista criaram uma hashtag #Parangolixo.
Kiko Loureiro postou as seguintes mensagens:

No ataque, Léo Santana (vocalista do grupo de axé) fez as seguintes declarações no microblog:

Já Felipe Andreoli (não é o repórter do CQC, mas sim um dos integrantes do Angra) entrou na briga:
 A matéria abaixo foi exibida no "Jornal da Globo". Além de falar sobre o assunto, ela mostra o trecho requerido pelo Angra. Veja, compare, tire suas próprias conclusões.

04. Avatar versus Delgo
A denúncia de plagio partiu dos criadores da animação “Delgo” (2008), filme considerado um completo fiasco. Ele retém o título de “pior estréia na história do cinema estadunidense”, pois na ocasião arrecadou “míseros” US$ 500 mil. Só para se ter uma idéia do rombo, a produção em 3D consumiu cerca de US$ 40 milhões. As acusações começaram quando foi lançado o trailer da obra prima de James Cameron (compare as imagens abaixo publicadas em vários sites na internet).












03. Série “Lost” seria um plágio
Essa nem os mais “lostmaníacos” esperavam: a série de ficção que teve 6 temporadas e acabou em 2010, foi processada de plágio pelo produtor Anthony Spinner (autor dos seriados Baretta e Babes in Toyland). Ele entrou na justiça contra a rede ABC, que produziu o seriado, pois relata ter recebido US$ 30 milhões, em 1977, para escrever um piloto parecido com o enredo de Lost. Esse episódio inicial, de 121 paginas, tinha exatamente o mesmo título. Contava com personagens como Jack, Locke, Saiyd, Kate e Sawyer, não exatamente com esses nomes, mas com as mesmas profissões e com passados misteriosos. Segundo Spinner, a rede de TV se negou de gravar a suposta série em 1977, 1981 e em 1994. Assim, a ABC teria supostamente lançado a série somente em 2004 (27 anos depois), e teve seu roteiro quase que totalmente copiado. Será que o suposto autor de “Lost” havia pensado em um final melhor pra série?
02. Briga entre Latino e Banda Cine
Na ocasião, o cantor Latino foi acusado de plagiar a música “É Tudo Nosso” da Banda Cine. Pelo Twitter, os fãs do grupo de rock pop nacional fizeram as acusações. Latino se defendeu através desta mesma rede social: "Meus fãs me conhecem bem, sabem da minha criatividade e da minha índole! Nunca plagiaria ninguém. Sou digno e jamais faria isso. Acorda!", alertou o cantor através de uma mensagem no micro blog. Logo depois, foi criada uma dashtag “#LatinoPlagiouCine”, que entrou para um dos assuntos mais comentado do Twitter. Ele ainda retrucou: "10 milhões de ringtones, 200 milhões de views no You Tube, 7 milhões de CDs e DVDs vendidos em 18 anos. Será que eu precisaria plagiar alguém?". A guerra de tweet continuou e a banda cine chegou a fazer o seguinte comentário através da mesma rede social: "Galera... como o próprio @latinofesta disse: 'a verdade virá a tona". Muitos dizem que toda a confusão foi criada, na verdade, para promover uma marca de chicletes, pois a música da banda foi lançada no site oficial dessa goma de mascar. Ouça e confira:



01.          Hino Nacional Brasileiro
Muita polêmica gira em torno da canção oficial brasileira. Os quatro primeiro acordes são idênticos a uma sonata do violinista Niccolò Paganini, onde muitos músicos alegam apenas influência na canção. Oficialmente, a música foi composta por Francisco Manuel da Silva e a letra é de autoria de Joaquim Osório Duque de Estrada. Foi adotado no Brasil Império após a abdicação de D. Pedro I, em 1831 (muitos acreditam que a letra foi escrita às pressas), e estudiosos afirmam que, na verdade, a melodia foi composta pelo Padre José Maurício Nunes Garcia e chamava-se ,na verdade, “Matinas de Nossa Senhora da Conceição - Responsório Sétimo”. Essa peça musical era apenas instrumental. O fato é que Nunes Garcia é considerado um dos maiores compositores de música erudita brasileira, junto com Carlos Gomes e Villa-Lobos. Já Francisco Manuel é considerado compositor mediano, e não possui obras consideradas grandes. Manuel trabalhou como copista e arquivista da orquestra da corte entre 1821 e 1822. A revista “Veja” elaborou, em 2000, uma matéria sobre o tema. Para ouvir a comparação de “Matinas...” e o Hino Brasileiro, exibido no site da revista, clique aqui.