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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

5 atores de sucesso em Hollywood que não nasceram nos EUA

Que o cinema dos EUA é uma indústria que movimenta milhões de dólares em todo o mundo, isso é fato. Porém, nem todos os astros de produções hollywoodianas são nascidos nas terras do Tio Sam. Vários atores vêm de diversas partes do mundo e ajudam esse mercado cinematográfico a faturar alto. LISTA DOS CINCO mergulha no mundo do cinema e fala sobre alguns desses “estrangeiros” das telonas que participam desse mundo mágico e lucrativo.
05. Jim Carrey
O canadense Jim Carrey
Nascido em 1962 na cidade de Newmarket, Canadá, James Eugene Carrey teve uma infância difícil, graças a problemas financeiros que afligiram sua família. Ele dividiu seus estudos com longos turnos de trabalho após as aulas. Porém, já aos 10 anos de idade, demonstrava seu talento para a comédia – era comum alguns professores cederem a Carrey os minutos finais das aulas para que ele encenasse comédias stand up para a classe. No cinema, debutou na produção canadense “Um debilóide sem máscara”, de 1981. Porém, seu primeiro filme de peso foi em “Ace Ventura: Um detetive diferente”, produção estadunidense de 1994. Elogiado por uns e muito criticado por outros, as produções de Jim Carrey faturam milhões nos cinemas de todo o mundo. Alguns entusiastas do ator chegam a compará-lo ao comediante Jerry Lewis. O ator canadense brilhou em produções como “Débi & Lóide: dois idiotas em apuros” (1994), “O Máscara” (1994), “O Mentiroso” (1997), “O Todo Poderoso” (2003). Também se destacou em películas dramáticas, como em “O Show de Truman” (1998), “O mundo de Andy” (1999) e “Brilho eterno de uma mente sem lembranças” (2004).

03. Milla Jovovic
A atriz ucraniana Milla Jovovic
A bela atriz nasceu em Kiev, Ucrânia, em 1975, e aparece com freqüência em produções de Hollywood, principalmente em filmes de ficção científica. Milla Jovovic (lê-se mila iovovitchi) é filha de um médico sérvio e uma atriz de teatro russa. É modelo desde seus 7 anos de idade, quando já era fotografada para comerciais. Foi capa de várias revistas de moda. Formou-se numa escola de atores na Califórnia e seu primeiro papel foi no longa-metragem “Um toque de Sedução”, em 1988. No começo da carreira como atriz, protagonizou também “De volta à Lagoa Azul” (1991). Porém, seu primeiro papel de destaque foi como “Leloo” na produção francesa (gravada em Inglês) “O Quinto Elemento” (1997). A partir daí, passou a interpretar heroínas no cinema. Foi Alice na franquia “Resident Evil” e interpretou a protagonista do filme “Ultravioleta”. Além disso, participou de “A Trilha” (2009), “Contatos de 4° Grau” (2009), dentre outras produções.

04. Keanu Reeves
O ator libano-canadense interpretando Neo
De origens multiculturais (é descendente de portugueses, chineses, irlandeses e havaianos), Keanu Charles Reeves nasceu em Beirute, no Líbano, em 1962. O nome “Keanu” é originário do Havaí e significa “frescor” ou “serenidade”. Mudou-se com sua irmã e sua mãe para Nova Iorque em 1969, e posteriormente foi para Toronto, Canadá. Assim, conseguiu a cidadania canadense. Em 1986, mudou-se para Los Angeles, Califórnia, sem um único diploma e com apenas 3 dólares no bolso. Lá, ficou na casa de um ex-padrasto. Estreou no cinema no mesmo ano no filme “Juventude Assassina”. Após várias aparições em filmes, foi estrela no filme “Velocidade Máxima”, em 1994, ao lado de Sandra Bullock. Porém, sua consagração  veio quando atuou como Neo nas três seqüencias do filme “Matrix” (lançados em 1999, maio de 2003 e novembro de 2003). Participou de inúmeras outras produções, como em “Constantine” (2005), “A Casa do Lago” (2006), “O dia que a Terra parou” (2008),  e hoje é considerado uma estrela de primeira grandeza em Hollywood.

02. Penélope Cruz
A atriz espanhola ao receber o Oscar
Penélope Cruz Sanchez nasceu em Madrid, Espanha, em 1974, e começou sua carreira artística como bailarina e estudou balé clássico por 9 anos. Quando decidiu seguir carreira de atriz, teve vários testes recusados, pois era considerada muito nova na época. Mesmo assim, ganhou um concurso local com mais de 300 concorrentes. Entre 1990 e 1991, apresentou um programa jovem na Espanha. Sua estréia nas telonas ocorreu apenas em 1992, quando participou de “Jamón, Jamón!” Entre 1997 e 2000, fez os filmes que levaram ao reconhecimento internacional, como “Abre los Ojos”, “Carne trêmula” e “La niña de tus ojos”. Já em 2001, estreou no cinema estadunidense em “Blow - Profissão de Risco”, ao lado de Johnny Depp. No mesmo ano, atuou ao lado de Tom Cruise em “Vanilla Sky” – refilmagem estadunidense de “Abra tu ojos”. Dentre muitos filmes – espanhóis e estadunidenses – atuou em “Volver” (2006), “Nine” (2009) e “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011). Foi indicada ao Oscar 3 vezes, e levou uma estatueta em 2009 como melhor atriz coadjuvante em “Vicky Cristina Barcelona”.

01.           Arnold Schwarzenegger
O ator austro-estadunidense como o Exterminador
Nascido em Graz, na Áustria, em 1947, Arnold Alois Schwarzenegger foi fisiculturista, ator, empresário e até político nos EUA (hoje possui também a cidadania estadunidense). Ganhou vários concursos de fisiculturismo – o primeiro com apenas 18 anos – e escreveu livros e artigos sobre o esporte. Porém, ficou famoso internacionalmente após ingressar na carreira de ator em Hollywood. Iniciou nas telonas em 1970 no filme “Hercules in New York”. Entretanto, a consagração só veio nos anos 80, principalmente com os filmes “Conan, o Bárbaro” (1982) e “O Exterminador do Futuro” (1984). Desta última franquia, participou de outras duas continuações (“O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” - 1991; “O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas” - 2003). Além desses filmes, participou de várias produções de sucesso, como “Comando para matar” (1985), O Predador (1987), “O Vingador do Futuro” (1990), “True Lies” (1994), “Fim dos Dias” (1999), dentre muitos outros. Em 2003, ingressou na carreira política e se tornou governador do Estado da Califórnia, onde manteve-se no poder até janeiro de 2011. Muitos já colocam como certa sua volta às telonas, e boatos de vários convites sobre seu retorno já circulam pelos meios de comunicação.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

5 tecnologias da ficção que não viraram realidade

O mundo da ficção cientifica serve para povoar a mente humana de possibilidades. Apesar do enorme avanço tecnológico, principalmente nos últimos 100 anos, vários conceitos mostrados deste gênero não foram ainda possíveis. Hoje podemos levar um telefone para qualquer lugar, tirar fotos e enviá-las onde quer que estejamos, cruzar vários países em questão de horas. Porém, muita coisa que a ficção científica propôs nunca conseguiu ser alcançada. LISTA DOS CINCO viaja no tempo, no espaço, na terra, no ar e computa algumas idéias que ainda (pelo menos ainda) não conseguimos realizar.
05. Carros que voam
Certamente, muitos leitores vão discordar desse item, pois em 2011 foi liberada a fabricação do primeiro “carro-voador” da história chamado de Terrafugia. Porém, uma coisa é fato: é impossível um mero motorista de automóvel conseguir manter essa geringonça no ar. Na verdade, é mais fácil chamar esse veículo de “avião que anda” do que “um carro que voa”. De fato, manter um equipamento tripulado voando exige do piloto inúmeras habilidades e conhecimentos, como noções em eletrônica/informática, navegação, aerodinâmica e física, além das convenções e procedimentos aeronáuticos. Em suma, os carros voadores comuns nas ruas de produções cinematográficas como “De volta para o Futuro 2”, “Blade Runner”, “O Quinto Elemento” ou até o carro da família Jetsons estão muito longe de acontecer. E o argumento para tal fato é simples: quando um veículo está no ar, deixa de ser um carro e se transforma em uma aeronave.


O carro voador de "Blade Runner"....
 
... o carro voador Terrafugia

04. Teletransporte
Dominar a técnica de teletransporte é bastante empregada na ficção científica. Um exemplo: um indivíduo entra em uma máquina em São Paulo, desaparece e reaparece imediatamente em Berlim. Na teoria, para tal feito, seria necessário um grande scanner (para mapear o que vai ser teletransportado), um dispositivo de armazenamento (para armazenar o que foi scaneado), um transmissor e receptor (para emitir e receber as informações) e um “rematerializador”, que reproduziria tudo que foi capturado a distância. Ou seja, no teletransporte, um corpo seria desintegrado de um lado e reconstruído em outro. Até o presente momento, o máximo que já foi alcançado foi o transporte da luz de um lugar para outro. Além disso, há o chamado teletransporte quântico, que consiste em levar uma informação (digital) para um local distante. No cinema, Star Trek é uma das obras de ficção científica onde a tripulação da nave Enterprise usa tal recurso com freqüência. Em outro longa – A mosca (The Fly, 1958, re-filmado em 1986) – mostra a tentativa da criação dessa tecnologia, com conseqüências desastrosas para seu inventor. Ele acidentalmente “funde” seu corpo com de uma mosca.
O teletransporte em "Star Trek"

02.Robôs independentes
A palavra “Robô” originou-se em 1921, numa peça de teatro. O escritor Karol Capek criou o termo que vem da palavra tcheca “Robota”, que significa “trabalho forçado”. A ideia ganhou força com outro escritor – Isaac Asimov – que criou o termo “robótica” para suas obras de ficção. Asimov chegou até a criar leis fictícias – as três leis da robótica – que deveriam ser seguidas por todas as criaturas mecânicas. Ficção a parte, a robótica atualmente é utilizada em larga escala, principalmente na indústria. Vários processos repetitivos substituíram humanos por máquinas capazes de realizar tais tarefas. A indústria automobilística é o principal exemplo da utilização de robôs na fabricação de veículos. Porém, quanto a seres de metal dotados de inteligência artificial avançada, ainda estamos engatinhando. Vários robôs bípedes como os seres humanos já foram apresentados – principalmente por japoneses – e são capazes de realizar movimentos e algumas tarefas.  Um dos robôs humanóides mais famosos é o Asimo, da Honda. A empresa japonesa demorou 17 anos para desenvolvê-lo. No cinema, seres metálicos inteligentes são vistos com freqüência: o modelo T-800 (vivido por Schwarzenegger) em “O Exterminador do Futuro” colocou muita gente pra correr; além dele, David Swinton emocionou muita gente no futurista e sombrio “A.I – Inteligência Artificial”. O renomado ator Robin Williams também viveu um robô, chamado Andrew Martin, em “O Homem Bicentenário”.

O Exterminador: robo da ficção...
... Asimo: o robô atual.






















02. Viagens a velocidade da luz
Na franquia “Battlestar Galactica”, as naves da frota possuíam uma interessante tecnologia. Na história (lançada nos anos 70 e re-filmada nos anos 2000), quando precisavam percorrer longas distâncias, as astronaves eram dotadas de algo inimaginável atualmente. Os motores FTL (faster-than-light ou “mais rápido que a luz, em inglês) eram responsáveis por lançar as naves numa velocidade absurda, e grandes distâncias eram vencidas em décimo de segundos. Ficção a parte, a velocidade da luz equivale a 299.792.458 quilômetros por segundo. Sendo assim, de maneira empírica e não levando em contas vários aspectos físicos, devemos levar em consideração três fatores básicos: 1. Tipo de motor necessário para atingir tal velocidade; 2. Consumo de combustível de tal motor (pode-se imaginar quantidades astronômicas desse comburente); 3. Mapeamento e monitoramento de todo o trajeto – nessa velocidade, há grandes possibilidade de encontrar algo no caminho (desde pequenos objetos até  planetas ou estrelas, por exemplo). Assim, tudo que há durante o trajeto deve ser conhecido. Além disso, não entrando em detalhes, esse tipo de viagem é totalmente impraticável pela Teoria da Relatividade de Einstein. Assim, contente-se em admirar as “dobras espaciais” feitas pela Enterprise em Star Trek, pois isso teoricamente não existe.
"Dobra" da Enterprise

01. Viagem no tempo
Esse assunto é bastante ridicularizado na ciência moderna, mas muitos supõem que pesquisas a fim de conseguir viagens para o passado e o futuro são feitas secretamente. Até conceituado físico Stephen Hawking, famoso no meio científico, usou certa vez um argumento interessante. Segundo Hawking, a ausência de turistas vindos do futuro seria uma prova que é impossível viajar no tempo. Em tese, como diz a teoria da relatividade, haveria a possibilidade de viajar-se apenas para o futuro. Para exemplificar, imaginemos dois gêmeos. O primeiro será deixado na Terra e o segundo será enviado ao espaço, numa nave capaz de viajar a velocidade da luz. A nave viajaria por alguns anos, e depois volta para o planeta. Pela teoria, teria passado apenas alguns anos para o bebê na nave, e seguramente seu irmão que ficou na Terra ou estará muito velho, ou já até morto. A relatividade afirma que, deslocando-se a velocidade da luz, o tempo passa de maneira diferente. Porém, voltando ao item anterior, o próprio Einstein afirma que é impossível deslocar-se a essa velocidade. Assim, teoricamente seria possível, mas nunca de fato. Inúmeras séries, programas de TV e filmes já abordaram o tema. Recentemente, a série Lost abordou o tema (agradando alguns e desagradando muitos). Outra série estadunidense, Heroes, também tinha um personagem que era capaz de deslocar-se no espaço e no tempo. Quanto as telonas, dentre muitíssimos exemplos, podemos citar “A máquina do Tempo”, “O Planeta dos Macacos” (não contando com o filme “Planeta dos Macacos – A Origem”), “Efeito Borboleta”, “Era uma vez no passado” e a trilogia “De Volta para o Futuro”.
A máquina do tempo em "De volta para o Futuro"...
... e o dispositivo de viagem no tempo do longa "A Máquina do tempo".

segunda-feira, 27 de junho de 2011

5 músicas inesquecíveis nas telonas

Música e cinema andam juntas desde os primórdios das telonas. Os primeiro filmes eram, na verdade, imagens gravadas sem nenhuma captação sonora unidas por uma música de fundo que acompanhava as imagens. Com o desenvolvimento da indústria cinematográfica, a trilha sonora deixou de ser um mero ornamento e passou a fazer parte das grandes produções. Alguns diretores – entre muitos deles, Steven Spielberg – levam muito a sério a música de suas produção. Só pra citar um exemplo, o próprio Spielberg possui em seu currículo grandes trilhas sonoras compostas especialmente para seus filmes – dentre eles, as trilhas de “ET: O Extraterreste”, “Indiana Jones” e “Jurassic Park”. Porém, alguns diretores apostam em bandas e cantores convencionais, e tentam aliar as canções aos enredos dos longas. LISTA DOS CINCO entra no mundo do cinema e da música e lembra algumas trilhas inesquecíveis.

05. Cidade dos Anjos – “Iris”
Goo Goo Dolls
City of Angels (EUA/Alemanha, 1998, 114 minutos) é um longa-metragem do gênero romance e foi sucesso absoluto de bilheteria. A história acontece em Los Angeles, quando um anjo incumbido em proteger a Terra (vivido por Nicolas Cage) se apaixona por uma terrena (Meg Ryan). Essa paixão faz a criatura celestial a questionar sua imortalidade para ficar com a humana. A história de amor foi embalada pela música “Iris”, gravada pela banda estadunidense Goo Goo Dolls. Inicialmente, a canção seria utilizada apenas na trilha sonora do filme; porém, com o sucesso estrondoso do longa, a  banda decidiu incluir a faixa no álbum “Dizzy Up the Girl”, o sexto do conjunto musical. A balada é uma homenagem a cantora country/folclórica estadunidense Iris DeMent. Além disso, “Iris” é o nome de uma deusa egípcia, o que remete a uma criatura celestial assim como o protagonista da película. Algum mortal que tenha nascido antes dos anos 90 consegue ouvir essa música sem se lembrar do filme (mesmo que não o tenha assistido)?



04. Titanic – “My Heart Will go On”
Céline Dion
O longa do renomado diretor James Cameron foi um dos maiores sucessos da história do cinema. Titanic (EUA, 1997, 194 min.) arrecadou até 2010 a impressionante receita de quase U$ 2 milhões. O filme conta a história de Jack Dawson e Rose DeWitt Bukater – vividos por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, respectivamente – e o romance fictício entre os personagens ocorre durante a travessia do transatlântico Titanic, que saiu da Inglaterra rumo  aos EUA. Porém, a colisão com um Iceberg afundou um das maiores obras da engenharia, em 1912. A trilha sonora do filme conta com a marcante canção “My Heart Will Go On”, interpretada pela cantora canadense Celine Dion. No Oscar 1998, a produção ganhou nada menos que 11 estatuetas, incluindo a de melhor trilha sonora.  A faixa de Dion ainda levou um prêmio Grammy, em 1999, na categoria “melhor música criada para o cinema”. A música foi criada pelo compositor James Horner e a letra composta por Will Jennings. Inicialmente, a trilha foi feita apenas como instrumental por Horner. Porém, o diretor Cameron pediu que fosse inserida a letra, que foi escrita por Jennings. “My Heart Will Go On” é o single feminino mais vendido da história, além de considerada a 12ª melhor música de todos os tempos. Em contrapartida, foi eleita pela revista “Rolling Stone” como a 4ª mais irritante música de todos os tempos. No ranking do jornal “The Sun”, aparece como a 11ª canção mais chata da história.




03. Ghost – “Unchained Melody”
The Righteous Brothers
Sucesso das telonas nos anos 90, Ghost: Do outro lado da vida (Ghost, EUA, 1990, 128 min.) é um drama/romance que conta a história de Sam Wheat (Patrick Swayze) e Molly Jensen (Demi Moore). Na trama, ele morre numa suposta tentativa de assalto. Porém, seu espírito vaga pela Terra sem ser notado, e ele descobre que, na verdade, sua morte foi encomendada. Com a ajuda da vigarista Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg), ele tenta entrar em contato com Molly para impedir que a machuquem. O filme é embalado pela música “Unchained Melody”, canção que tocou incansavelmente após a exibição do longa. É considerada uma das músicas mais regravadas do mundo – foram feitas cerca de 500 versões em diversos idiomas. A melodia foi composta por Alex North e a letra foi escrita por Hy Zaret, nos anos 50. Originalmente lançada por Al Hibbler em 1955, foi gravada no mesmo ano por Roy Hamilton. Até Elvis Presley interpretou a música em um show gravado pela CBS, em 1977. Inicialmente, a gravação não foi ao ar e foi exibida somente no ano seguinte. Muitos consideram a versão de Elvis como uma das melhores interpretações de sua carreira. A versão do filme é interpretada por Bill Medley e Bobby Hatfield, conhecidos musicalmente como “The Righteous Brothers”. Hatfield morreu em 2003, aos 63 anos,vítima de um ataque cardíaco. Para o filme, uma versão orquestrada foi criada pelo compositor Frances Maurice Jarre. A trilha sonora concorreu ao Oscar de 1991; porém, quem levou o prêmio foi o longa “Dança com Lobos”.



02. Karatê kid – “Glory Of Love”
Peter Cetera
Pergunta para os que eram crianças nos anos 80: quem não se lembra das aventuras do velho Senhor Miyagi (Pat Morita) e do jovem Daniel Sam (Ralph Macchio)? Karatê Kid: A Hora da Verdade (EUA, 1984, 127 min.) é tranquilamente um dos maiores sucessos do final do século XX. O filme contava a história de um velho mestre karateca japonês que ensina artes marciais a uma criança recém chegada na cidade. A franquia teve outras 3 partes – a penúltima já não tem mais Macchio e a última não conta com ninguém da versão original. A música “Glory of Love” – o hino da franquia, apresentada no segundo filme, em 1986 - foi interpretado pelo cantor estadunidense de origem polonesa Peter Cetera. Antes do sucesso com essa faixa, Cetera foi baixista e vocalista da banda Chicago. Recebeu a indicação de melhor canção.






01.Tropa de Elite – “Tropa de Elite”
Tihuana
Como se esquecer do maior sucesso do cinema brasileiro de todos os tempos? Tropa de Elite (Brasil, 2007, 118 min.) mostra a ação do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) em morros do Rio de Janeiro. A produção de José Padilha imortalizou o inesquecível Capitão Nascimento, personagem interpretado pelo excelente Wagner Moura. Tamanho o sucesso do filme resultou na gravação de uma seqüência  - Tropa de Elite 2: O inimigo agora é outro -  em 2010, que também foi sucesso de bilheteria. Na continuação, o Capitão Nascimento agora foi promovido a Coronel. A música-tema tem o mesmo nome do longa, e foi lançada pela banda Tihuana em 2000. No lançamento, fez considerável sucesso. Porém, a verdadeira explosão da música aconteceu de fato 7 anos mais tarde, com o lançamento de “Tropa de Elite”. A canção está na primeira fita demo da banda paulistana, e a “tropa” que diz a letra não foi escrita relacionada a nenhum tipo de polícia – o pelotão era, na verdade, os integrantes do conjunto de rock.

terça-feira, 24 de maio de 2011

5 atores de cinema imortalizados por seus personagens

Em algumas participações cinematográficas, alguns papéis parecem que são feitos para determinados atores. Num casamento perfeito, a imagem e a personalidade de alguns personagens simplesmente fundem-se em uma só figura. Assim, os fãs e espectadores em geral sempre associam ambas as entidades. LISTA DOS CINCO apresenta algumas atuações que se misturam a alguns atores.

05. Tobey Maguire: O Homem-Aranha
O ator estadunidense nasceu em Santa Mônica em 1975 e tem o rótulo de “eterno Homem-Aranha”. Teve a infância difícil, pois seus pais se divorciaram quando ele tinha apenas dois anos. Ele queria fazer um curso de culinária, mas sua mãe ofereceu US$100,00 para estudar teatro. Participou de diversos comerciais e séries entre o final dos anos 80 e meados dos anos 90. Sua primeira aparição no cinema foi no filme “The Wizard” (1989). Ainda menor de idade, tinha comportamento festeiro e chegou a ser considerado um alcoólatra. Livrou-se do vício com a ajuda dos Alcoólicos Anônimos. Recuperado, trabalhou em vários filmes – entre eles O Despertar de um Homem (1993), Sexo, Drogas e Confusão (1995) e Pleasantville – A vida em Preto e Branco (1998). Porém, nenhum papel chegou perto do sucesso na atuação como Peter Parker, identidade secreta do Homem-Aranha. O filme, lançado em 2002, foi dirigido pelo renomado Sam Raimi. O sucesso foi tão grande que duas seqüências foram lançadas, ainda protagonizada por Maguire: Homem-Aranha 2 (2004) e Homem-Aranha 3 (2007). Em 2012, deve ser lançado o quarto filme da franquia; porém, Maguire já declarou que não representará mais Peter Parker. Fica a pergunta: será que algum outro ator conseguira atuar de maneira tão convincente o papel do super-herói da Marvel?

04. Harrison Ford: Indiana Jones
O personagem Henry Jones Júnior, conhecido apenas como Indiana Jones, é um dos maiores ícones da história do cinema. Foi criado por Steven Spielberg e George Lucas e imortalizado pelo ator Harrison Ford. O personagem é um professor de arqueologia e aventureiro nato, e carrega consigo seu inseparável chapéu e um chicote. O apelido “Indiana” teria sido dado na infância de Henry, em homenagem a um cachorro dele; na verdade, o nome foi dado graças a um cão que pertencia a George Lucas. As histórias são ambientadas entre as décadas de 30 e 50 e renderam quatro filmes: Indiana Jones e os caçadores da arca perdida (1981), Indiana Jones e o Templo da Perdição (1984), Indiana Jones e a última cruzada (1989) e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008). Além do cinema, o personagem está presente em vários jogos e em uma série de TV. Harrison Ford, ator estadunidense nascido em 1946, tinha anteriormente feito muito sucesso em “Star Wars”. Anterior a essa produção, fez vários papeis insignificantes que chegou a desanimá-lo em sua carreira. Chegou a largar tudo em 1970 para ser carpinteiro. Porém, após intervenção de um de seus clientes que era amigo de George Lucas, atuou na comédia romântica American Graffiti – Loucuras de Verão e voltou para as telonas em definitivo em 1973. Há rumores de um quinto filme da série – uns até argumentam que o personagem principal seria o filho de Indiana, Mutt Williams, mostrado no quarto filme. Porém, George Lucas foi categórico ao negar essa afirmação: "Harrison Ford é Indiana Jones. Se fosse Mutt seria Mutt Williams e a Busca por Elvis ou coisa parecida".

03. Daniel Radcliffe: Harry Potter
As histórias do jovem bruxo britânico foram escritas por J. K. Rowling e é um dos maiores sucessos da literatura moderna, cuja venda ultrapassa 500 milhões de unidades. Conta a história de Harry Potter, um jovem que ingressa na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Os livros acompanham o crescimento natural do personagem: cada um equivale a um ano do bruxo na escola. No cinema, foram feitos 8 filmes baseados na obra – o último da série, em 2011. Harry Potter é vivido pelo ator britânico Daniel Radcliffe (nascido em Londres em 1989). O ator começou sua carreira em 1999 atuando no filme feito para a televisão “David Copperfield” (nada a ver com o famoso ilusionista). Participou de vários outros filmes de menor expressão. Sua fama mundial aconteceu de fato quando foi escalado para viver o bruxo Harry Potter, em 2001, no lançamento de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Na ocasião, Radcliffe tinha apenas 12 anos. Após o suposto término dos filmes da franquia em 2011, uma coisa é fato: Daniel Radcliffe carregará para sempre o título de “Eterno Harry Potter”.

02. Christopher Lloyd: Doc. Emmett Brown
Nascido em Stamford, EUA, em 1938, a carreira do veterano ator Christopher Lloyd é longa: o ator participou de vários filmes famosos da história do cinema. Clássicos como “Um estranho no ninho”, de 1975 e “Taxi”, de 1978, são alguns exemplos de célebres produções onde ele participou. Mas o papel que imortalizou de fato o ator é o maluco doutor Emmett Brown, um dos protagonistas do clássico filme de ficção científica “De volta para Futuro”. A produção de Robert Zemeckis é composta por 3 seqüências (lançadas em 1985, 1989 e 1990) e é considerada uma das melhores trilogias da história. Lloyd participou de inúmeras produções após esse famoso título – entre as mais marcantes, viveu o Tio “Chico” Fester em “A Família Adams”, além de aparecer em episódios das séries de TV “Chuck”, “Numb3r, “Law & Order” e “Fringe” – mas nenhuma chegou perto do sucesso conquistado com sua interpretação como o Dr. Brown.

01. Christopher Reeve: O Super-Homem
Em “Superman – O Retorno”, lançado em 2006, os fãs do herói da DC Comics sentiram a enorme falta que Christopher Reeve faz nas histórias do homem de aço. Na nova versão, Clark Kent foi vivido pelo ator Brandon Routh e não agradou os fãs da franquia. Na verdade, a nova história tentou continuar o enredo de “Superman IV”, lançado em 1987, e foi um verdadeiro fracasso perante os críticos. Os filmes são inspirados nos quadrinhos lançados nos anos 30, e o personagem é considerado um dos maiores ícones da cultura pop. Na história, o planeta Krypton explodiu e o cientista Jor-El enviara seu filho Kal-El, ainda bebê, para a Terra. Ele é encontrado e adotado pelo casal Kent, dois fazendeiros da pequena cidade de Smallville. Ele nota que tem poderes de um super-humano, como super velocidade, visão de raio-X, super força e a capacidade de voar. Quando adulto, decide deixar a mãe adotiva (seu pai morrera) e começa a trabalhar em um jornal chamado “Planeta Diário” na fictícia cidade de Metrópolis. É apaixonado pela jornalista Louis Lane (nos quadrinhos, ele é casado com ela). Christopher Reeve viveu pela primeira o herói em 1978, que foi um sucesso do cinema. A boa bilheteria e crítica rendeu outros 3 filmes: Superman – A Aventura continua (1980), Superman III (1983) e Superman IV – Em busca da paz (1987). Reeve protagonizou um episódio trágico: depois de sofre uma queda com um cavalo, ele fraturou as duas primeiras vértebras e ficou tetraplégico. Após o acidente, ele se empenhou em uma campanha a favor de pesquisas com células-tronco. A luta durou até 2004, quando uma infecção acarretou um infarto, que matou Christopher Reeve. Apesar de ter participado de bons filmes – “Em algum lugar do passado”, “Alerta Vermelho: Netuno profundo” e “Vestígios do dia” – o papel que realmente imortalizou Reeve foi o homem de aço. Mesmo depois de sua morte, Christopher Reeve foi e ainda será o eterno Super-Homem.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

5 frases marcantes no cinema

O cinema é uma fábrica de sonhos que faz parte de nosso cotidiano desde nossas mais remotas lembranças. Sua interação com nossa vida é tanta que além de imortalizar personagens e histórias, simples frases ficam marcadas para a eternidade e passam a fazer parte da cultura popular. LISTA DOS CINCO relembra cinco célebres frases da história do cinema.

05. “Eu sou seu pai”
A frase foi dita no filme “O império contra ataca”, da franquia “Star Wars”. O filme foi lançado em 1980 e orçado em US$33 milhões; conseguiu arrecadar mais de meio bilhão de dólares. “I am your father” (Eu sou seu pai, em inglês) foi dita pelo emblemático vilão Darth Vader durante um antológico duelo de sabres de luz com o guerreiro Jedi Luke Skywalker.


04. “ET telefone minha casa...”
ET – O Extraterreste (ET – The Extra-terrestrial, EUA, 1982) ainda é uma das maiores bilheterias da história do cinema e foi o primeiro filme a arrecadar mais de US$ 700 milhões. Em 1983, levou 4 prêmios Oscar (melhor trilha sonora, melhores efeitos especiais, melhores efeitos sonoros e melhor som). “ET phone home...” (que foi traduzido como “ET telefone minha casa...”) é falado pelo alienígena para seu protetor Elliot (interpretado por Henry Thomas) quando ele pede ajuda para entrar em contato com os seres de sua raça. Uma curiosidade: o transmissor (o “telefone”) utilizado por ET para contatar os extraterrestres realmente funcionava e foi construído por um especialista em ciência e tecnologia. O Instituto Cinematográfico Americano colocou esta frase na 15.ª posição na lista das melhores 100 frases de filmes de todos os tempos.


03. “This is Sparta!”
O filme “300” foi baseado numa História em Quadrinhos do renomado Frank Miller e fala sobre a Batalha de Termópilas, travada entre gregos de Esparta contra os invasores Persas. O duelo é desleal: são três centenas de soldados espartanos, liderados pelo Rei Leônidas I, contra dezenas de milhares de guerreiros do Império Persa, governado por Xerxes. “This is Sparta!” (“Isso é Esparta!”, em português) é falado aos berros pelo rei espartano quando recebe um mensageiro persa que carregava uma mensagem do chefe da Pérsia e solicitava a rendição dos gregos. Leônidas joga o mensageiro num poço, negando a rendição. A frase em inglês virou febre na internet ganhou milhares de versões.


02. “My name is Bond... James Bond.”
O famoso espião dos cinemas foi criado pelo escritor britânico Ian Fleming em 1953 e inicialmente apareceu em livros de bolso na forma de novelas. Bond chegou a ser tema de um seriado de TV nos EUA, mas ganhou destaque mesmo na tela do cinema. Ele servia o Serviço Secreto Inglês (MI6) e era descrito como um homem viril, perito em artes marciais e que combatia o mal por todo o mundo. Ficou famoso por sua célebre apresentação “My name is Bond... James Bond” (“Meu nome é Bond... James Bond”, em português), repetida em todos os seus filmes. O Instituto Cinematográfico Americano colocou esta frase na 22.ª posição na lista das melhores 100 frases de filmes de todos os tempos.


01.”Hasta La vista, baby”
A célebre frase em espanhol – “Até a vista, bebê”, em tradução livre - foi dita pelo ator Arnold Schwarzenegger no filme “O Exterminador do Futuro II: O Julgamento Final”. O ator austríaco interpreta o ciborgue T-800 e diz a famosa frase quando vai atirar num T-1000, um robô feito em metal líquido que vem do futuro para eliminar John Connor, que se tornará líder da resistência humana. O Instituto Cinematográfico Americano (que não é o “LISTA DOS CINCO”) colocou esta frase na 76.ª posição na lista das melhores 100 frases de filmes de todos os tempos. Para homenagear o filme, a banda irlandesa U2 lançou em 2000 um álbum com o mesmo nome da frase.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

5 filmes sobre viagem no tempo

Uma das maiores evoluções da humanidade no século XX foi, sem dúvida, quanto ao deslocamento do espaço (vulgo “meios de transportes”). Atualmente, é possível embarcar em um avião e, em questão de horas, estar num país do outro lado do mundo. Não tão longe, mas não menos interessante, é a possibilidade de percorrermos de carros muitos quilômetros num curto espaço de tempo. Antigamente, as viagens eram a pé, a cavalo ou, no máximo, de navio e demoravam dias, semanas ou até meses. O deslocamento no espaço foi uma barreira alcançada, mas uma das maiores grandezas da física ainda está longe de ser quebrada: a quebra do tempo. As viagens temporais povoam a nossa imaginação e são apresentadas em obras literárias e cinematográficas. LISTA DO CINCO viaja no mundo do cinema e apresenta 5 filmes que tem como plano de fundo as viagens temporais.

05. O Som do Trovão
O som do trovão
A Sound of Thunder (2005) é uma co-produção entre Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e República Tcheca, e retrata o mundo em 2055, num tempo em que as viagens temporais seriam totalmente plausíveis. No enredo, uma empresa organiza safáris na pré-história, onde os viajantes têm um caminho definido por uma esteira e podem caçar um tiranossauro prestes a morrer (em um lago). Porém, num desses safáris, algo dá errado e o futuro é alterado. O filme teve atraso no lançamento e baseia-se no conto de mesmo nome do autor americano Ray Bradbury.

04. O Exterminador do Futuro
O Exterminador do Futuro
Terminator (EUA - 1984, 1991, 2003 e 2009), uma das franquias de maior sucesso da história, é considerada uma das principais obras de ficção científica do cinema mundial. Conta a história de uma guerra entra as robôs e humanos. Num futuro próximo, um software de inteligência artificial chamado Skynet lidera a rebelião das máquinas contra toda a humanidade. A raça humana organiza uma resistência, liderada por John Connor, filho de Sarah Connor. Robôs voltam para o passado a fim de eliminar John antes dele se tornar líder. A franquia cinematográfica possui quatro filmes (3 deles estrelados por Arnold Schwarzenegger), além de uma série televisiva que não teve o mesmo êxito dos longas (Terminator: The Sarah Connor Chronicles).


03. A Máquina do Tempo
A Máquina do Tempo
O filme é inspirado em um livro de mesmo nome, lançado em 1895, do renomado escritor britânico H. G. Wells. Na verdade, há um filme inglês, de 1960 – este mais fiel a história do romance original – e outro de 2002, onde a história se passa em Nova York ao invés de Londres e são inseridos outros elementos no enredo. Basicamente, conta a história de um cientista que constrói uma máquina capaz de viajar no tempo. Ele viaja para o passado e para o futuro – inclusive, encontra a raça posterior a humanidade.

02. O Efeito Borboleta
O Efeito Borboleta
The Butterfly Efecct (EUA, 2004) é considerado por muitos críticos um dos melhores filmes de ficção científica dos anos 2000. O enredo é baseado na teoria do caos e relata as conseqüências de virtuais viagens ao passado e suas alterações no futuro. Essas alterações no tempo são cientificamente explicadas pela teoria do Efeito Borboleta. O primeiro filme custou cerca de US$ 13 milhões e arrecadou por volta de US$ 100 milhões. Foram feitas duas seqüências - Efeito Borboleta 2, 2006 e Efeito Borboleta 3: Revelações, 2009 – com elenco totalmente diferente, que não obtiveram o mesmo sucesso de público e crítica como o primeiro da franquia.

 01. De volta para o Futuro
De volta para o futuro
Cultuado entre fãs de ficção em geral, a franquia (Back to the Future, em inglês) é considerada uma das melhores trilogias da história do cinema. O primeiro foi lançado em 1985, sua continuação em 1989 e o terceiro filme em 1990. As partes 2 e 3 foram filmadas simultaneamente. O enredo conta a história do adolescente Marty McFly (interpretado por Michael J. Fox), que conhece um típico cientista maluco chamado Dr. Emmett Brown (imortalizado por Christopher Lloyd). O Dr. Brown transforma um carro (no caso, um DeLorean) em uma máquina do tempo, que no primeiro filme acidentalmente vai para o ano de 1955, com McFly a bordo. Com roteiro coeso, com pitadas cômicas e muita ação, De volta para o futuro é ícone da cultura pop e sucesso de bilheteria nos cinemas.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

5 famosos robôs do cinema

O mundo do cinema pode ser baseado em realidade ou muita fantasia. Algumas produções são repletas de sonhos, utopias humanas e alegorias. A ficção científica é um dos gêneros cinematográficos que mais abusam de ilusões e de situações improváveis. Monstros criados pelo homem, alienígenas invadindo a Terra e, lógico, robôs e andróides interagindo com seres humanos, são alguns dos temas favoritos dos filmes de ficção. Nos enredos, são criados ou para nos ajudar, ou para meter bala para todos os lados. LISTA DOS CINCO debate sobre os robôs presentes nas telonas.
05. WALL-E
Animação produzida pela renomada Pixar, WALL-E estreou nos cinemas em 27 de junho de 2008. O longa conta a história de um robô deixado na Terra chamado WALL-E (sigla em inglês para “Levantadores de Carga para Alocação de Lixo - Classe Terra”, em tradução livre). Foi bastante elogiado por tratar de um tema ecológico, além da uma singela história de amor (o robô apaixona-se por uma sonda enviada pelos homens). A animação foi considerada ousada por usar pouquíssimos diálogos. Na história, a humanidade deixa a Terra e vai para o espaço, pois o planeta está totalmente soterrado pelo lixo. Porém, robôs são programados para que fiquem responsáveis pela limpeza. As máquinas se revoltam pelas condições precárias em que vivem e deixam de funcionar. Apenas um único robô continua na ativa, trabalhando por 700 anos.
04. David (A.I. – Inteligência Artificial)
Produzido por Steven Spielberg, o projeto foi idealizado por Stanley Kubrick. É baseado no conto “Supertoys Last All Summer Long”, de Brian Aldiss. Muitos comparam a história de “A.I.” com o filme “E.T. – O Extraterrestre”, também gravado por Spielberg. O enredo se passa no futuro, quando um casal adota um robô com aparência humana, chamado David. Essa máquina foi programada para ter sentimentos, assim como uma criança real e ama eternamente seus pais. Após um acidente, David é considerado culpado e abandonado pela família. O robô tem o desejo de se tornar humano. No filme, o robô David é interpretado por Haley Joel Osment, um dos garotos prodígio do cinema no final século XX. Osment atuou em filmes renomados como “Forrest Gump” (1994) e “O sexto Sentido” (1999). “A.I.” é considerado uns dos filmes mais sombrios e tristes de Spielberg.
03. Robocop
A estória de Alex Murphy, que é transformado num policial meio humano, meio máquina após ser mutilado por bandidos, foi uma das obras de ficção científica mais famosas dos anos 80. Foi lançada em 1987 e rendeu mais dois filmes (“Robocop II”, em 1990 e Robocop III, em 1993). Além disso, a franquia teve uma série de TV e um desenho animado. O Robocop possuía quatro famosas diretrizes básicas: 1. Servir a população; 2. Proteger os inocentes; 3. Cumprir a lei; 4. Confidencial (não permitia atacar membros da OCP, companhia que havia o criado). Era chamado de “O policial do Futuro” e como possuía um lado humano, às vezes era falho e passional. Foi interpretado pelos atores Peter Weller (no primeiro e no segundo filme) e por Robert John Burke (no terceiro filme).

02. T-1000
Tudo bem que o T-101, personagem de Arnold Schwarzenegger, era o protagonista dos três primeiros filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” (“Terminator”, em inglês). Mas em “O Exterminador do Futuro II: O Julgamento Final” (EUA, 1991), impossível não destacar o robô encarregado de destruir Schwarzenegger e John Connor, futuro líder da resistência humana. “O Exterminador do Futuro II” é considerado um dos melhores filmes de ficção científica de todos os tempos e tratado como obra Cult desse gênero cinematográfico. T-1000 era um robô diferente, feito com metal líquido, capaz de adquirir qualquer forma humana. Podia “escorrer” como água e transformar seus braços em enormes espadas. A poderosa máquina assassina foi interpretada pelo ator Robert Patrick. Os efeitos visuais, totalmente revolucionários para a época, foram possíveis graças ao patrocínio da Pepsi, que usou marketing pesado durante as gravações do longa-metragem.
01. C-3PO e R2-D2
O primeiro lugar dessa lista será dividido, pela primeira vez, desde o início do Blog. Afinal de contas, como é possível falar de R2-D2, o simpático e pequeno robô da franquia “Guerra nas Estrelas” (Star Wars, EUA, 1977) sem mencionar seu companheiro inseparável C-3PO, famosa máquina humanóide de armadura dourada? Esses personagens são os únicos a aparecerem em todos os 6 filmes dirigidos por George Lucas. R2-D2 era responsável pela manutenção e navegação de astronaves. Era famoso por falar uma língua incompreensível, composta por bips e ruídos. Já C-3PO era responsável pelas relações sociais e interpretação de linguagem. Em Star Wars, era fluente mais 6 milhões de meios de comunicação. Uma curiosidade: ambos os personagens foram interpretados pelos mesmos atores em todos os filmes (C-3PO foi interpretado por Anthony Daniels e R2-D2 teve a atuação de Kenny Baker). Em “A vingança de Sith”, o nome de Kenny aparece nos créditos, mas ele não filmou nenhuma cena deste filme.

terça-feira, 19 de abril de 2011

5 carros que ficaram famosos graças ao cinema


Desde a popularização do automóvel, no início do século XX, eles sempre povoaram o desejo das pessoas. Desde criança, os carrinhos sempre foram a vedete entre os meninos (apesar da explosão da informática e dos jogos eletrônicos) e é até objeto de colecionadores de miniaturas, mesmo entre os adultos. O privilégio de ter dinheiro suficiente para ter sua própria coleção de carros é de poucos. Quando o cinema passou a fazer parte da cultura popular, as montadoras, junto com as produtoras cinematográficas, começaram a promover ainda mais a vontade das pessoas em dirigir o mesmo carro do personagens favoritos. LISTA DO CINCO mostra agora algumas marcas famosas que se tornaram Cult graças a telona.

05. Aston Martin
A marca inglesa acompanha o agente secreto 007 desde os primórdios da franquia, em 1962. Já conduziu vários atores famosos que interpretaram James Bond - talvez o mais lembrado seja Sean Connery. Um dos mais famosos foi o Aston Martin DB-5 , do filme “007 contra Goldfinger” (1964). No recente “Quantum of Solace” (2008), o modelo substitui o último numero “5” e pelo “S” (Aston Martin DBS). A marca, fundada em 1913, tem a sede em Gayton e vem do nome de um dos fundadores - Lionel Martin – e o nome da montanha Aston Hill, onde eram realizadas corridas de subida ao penhasco.

04. Cadillac Miller Meteor Ecto-1 1959
O famoso carro dos Caça-fantasmas é licenciado pela Sony/BMG, modelo 1959, e possuía um motor Chevy 350i, 8 cilindros, e com transmissão turbo 400. Foram feitos apenas três veículos desse modelo – dois que foram usados nas gravações dos filmes - Caça-fantasmas (1984) e Os Caça-Fantasmas II (1989) - e um terceiro que ficava exposto em um parque temático da Universal Studios, que tinha o odômetro zerado. Foi leiloado no site de leilões “E-bay” em 2008, e seu lance inicial foi de U$ 27 mil.

03. Interceptor V8
Foi feita apenas uma unidade do carro para o filme australiano “Mad Max” (1979), que é baseado no modelo XB GT Ford Falcon Coupe, de 1973. Na cor preta, possuía 304 cavalos e tração traseira. No Brasil, é freqüentemente confundido com o Ford Maverick, carro de grande porte construído no país entre 1973 e 1979. Para quem se lembra, o filme mostrava uma Terra pós-apocalíptica, e a gasolina era disputada com sangue. Imagino que um modelo V8 com mais de trezentos cavalos seria o carro ideal para um cenário desses....

02. DeLorean DMC-12
O modelo DeLorean DMC-12 foi eternizado pela trilogia “De Volta para o Futuro” (1985, 1989 e 1990). Esse carro tem uma história curiosa: inicialmente, foi idealizado e produzido pela empresa automobilística DeLorean Motor Company, na Irlanda no Norte. Sua fábrica possuía duas entradas para funcionários – uma para católicos, outra para protestantes, e sua sede era em Dunmurry. Foi produzido na Europa entre 1981 e 1982 e contabilizou um fracasso de vendas. Sua fabricação era lenta, devido as peças de inox, e seu design era considerado moderno demais para a época. O resultado disso foi o fechamento da fábrica. Para a gravação do filme, foram construídos apenas 6 unidades do automóvel. Após a exibição do primeiro filme, a venda do veículo explodiu nos EUA. No Brasil, há relato de dois DeLoreans em solo nacional; um na cidade de São Paulo e outro no Rio de Janeiro. O número “12” presente no nome do modelo se referia ao valor inicial planejado: U$ 12 mil. Porém, na verdade, seu custo passava do dobro (U$ 28 mil).

01. Fusca
“Volkswagen” significa “Carro do Povo” em alemão e foi idealizado pelo ditador Adolf Hitler pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial. Foi sucesso de vendas no mundo pela sua durabilidade, fácil manutenção e custo relativamente baixo. Em 1963, a Disney criou a franquia “Herbie”, que contou com 6 filmes: Se Meu Fusca Falasse (1969); As Novas Aventuras do Fusca (1974); Um Fusca em Monte Carlo, (1977); A Última Cruzada do Fusca (1980); Se Meu Fusca Falasse 2 (1997); e o mais recente filme é “Meu Fusca Turbinado” (2006), que teve como protagonista a atriz Lindsay Lohan. É pintado nas cores branco (predominante), vermelho e azul e leva número “53” no capô e nas duas portas. Além de ser pintado nas cores da bandeira estadunidense, os criadores afirmam que é uma homenagem ao jogador de baseball Don Drysdale, que também carregava o número 53 em seu uniforme. Sua placa era OFP 857, do Estado da Califórnia.